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quinta-feira, 3 de março de 2011

Nunca saia de casa sem uma "silver tape"......

Durante uma excursão de pescaria no sertão do Alaska, o piloto do avião fretado e o pescador deixaram um cooler com as iscas no avião. E um urso farejou...
O piloto entrou em contato por rádio e outro piloto trouxe dois novos pneus, três caixas de fita adesiva tipo Silver Tape e um suprimento de folha plástico em rolo.
Recobriu o avião e voou para casa!
Vejam o que ocorreu com o avião :





Fonte: mais uma contribuição do nobre amigo Castilhos, aluno do SENAI - MMA-AVI IV

quarta-feira, 14 de julho de 2010

AVIÔNICOS

A simples observação do painel de controle de uma aeronave moderna nos mostra que sem a eletrônica provavelmente o avião não sairia do chão. Dezenas de indicadores digitais, tubos de raios catódicos, comunicadores, e mesmo ponteiros acionados por sistema eletro-mecânicos, nos mostram que tão importante quanto a mecânica de um avião é a sua eletrônica.
De fato, desde a simples comunicação com a torre até o controle de todas as turbinas e elementos que garantem a sustentação de uma aeronave em voo envolvem eletrônica, e de uma forma extremamente sofisticada em alguns casos.
O profissional de aviônicos realiza testes operacionais em equipamentos e sistemas elétrico-eletrônicos de aeronaves; pesquisa avarias em sistemas de estabilização automática de voo, sistema de detecção e auxilio à navegação aérea, sistema de comunicações e sistema elétrico.
Opera equipamentos de testes utilizados na manutenção dos sistemas elétricos, eletrônicos e instrumentos de aeronave;
Conduz a manutenção preventiva e corretiva de equipamentos eletrônicos, sistemas elétricos e instrumentos de aeronave.
Interpreta manuais e publicações de manutenção de aeronave, de equipamentos elétricos e eletrônicos de aeronave.
Efetua o registro e o controle das revisões, reparos e substituições de equipamentos elétricos e eletrônicos de aeronave.
São inúmeras funções, assim como os profissionais das outras especialidades (CEL e GMP) possuem as suas.
Provavelmente o blog passará a conter mais informações da área de Aviônicos, como dito na postagem anterior, mas farei o possível para deixar este espaço atraente para todos os profissionais e estudantes da manutenção aeronáutica. Conto a colaboração e sugestão de todos vocês.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O QUE SE USAVA ANTES DO RADAR????

Pessoal, assim como muitos, sou leitor do Blog Cultura Aeronáutica, e lá foi postado na última quinta-feira um excelente artigo que trata da "tecnologia" empregada antes dos radares. Vale a pena a leitura. É sensacional.
Cliquem AQUI e tenham acesso ao artigo.

sábado, 3 de julho de 2010

CARRO QUE VIRA AVIÃO EM 30 SEGUNDOS É APROVADO PELA F.A.A.

Esta postagem foi uma contribuição/indicação do colega Nilton Finkler, excelente aluno do Curso Técnico de Manutenção em Aeronaves na especialidade Grupo Motopropulsor do SENAI São José/SC. Faça como o Finkler e participe do blog com sugestões e idéias (clique AQUI para ler).

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Voando com o Direito

O Brasil carece de aviões maiores e melhores para acompanhar o ritmo e a expansão da vida moderna





UM DOS países de maior área territorial no planeta, o Brasil carece de aviões e de campos de pouso maiores e melhores para acompanhar o ritmo e a expansão da vida moderna. A tarefa envolve coisas simples (aplicação de multas para atrasos de voos) e complexas (modernização e ampliação de aeroportos).
Essa colcha de retalhos é regida por agências, leis, normas e regulamentos a serem aplicados. Em nosso país, a matéria envolverá a promoção, até 2016, dos Jogos Olímpicos, predominantemente no Rio de Janeiro, e do próximo Mundial de futebol, em várias partes do país.
A aviação terá que se adequar às exigências materiais e humanas, sob um conjunto normativo e técnico compatível com o aumento e a variação das necessidades.
Os 8,5 milhões de quilômetros quadrados do Brasil resumem o cerne das questões do ajuste da aviação às condições físicas e sociais em permanente dinâmica de mudança, cuja estrutura jurídica tem como documento básico o CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica - Lei nº 7.565/86). O número extenso de leis paralelas não contribui para a compreensão uniforme do direito de voar e de seus percalços.
Lido o artigo 1º do CBA, vê-se que envolve tratados, convenções e outros atos internacionais, todos como acréscimo à legislação brasileira, mostrando a extensão dos cuidados exigidos.
No Brasil, a atividade aérea e a polícia aeroportuária (art. 2º do CBA) são militarizadas. Elas têm como autoridade competente o Ministério da Aeronáutica, que envolve não apenas a aviação militar, mas toda a aviação comercial, geral e de cargas, com suas áreas e equipamentos de embarque, desembarque, carga e descarga.
No topo da pirâmide administrativa e militar está o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que foi constituinte, deputado federal, ministro do Supremo Tribunal Federal, no qual chegou à presidência. Hoje, interelaciona-se com os comandantes de todos os segmentos das Forças Armadas.
Jobim, depois do acidente com o Airbus da TAM em Congonhas, na confusão consequente ao desastre, passou a aparecer intensamente nas manchetes com o anúncio de muitas providências. Algumas foram progressivamente abandonadas, mas os reparos na pista de Congonhas foram feitos.
Jobim também quis tirar o ponto de cruzamento dos voos nacionais e internacionais do triângulo Viracopos-Cumbica-Congonhas, mas acabou desistindo do projeto.
Já para aviões e helicópteros, há muito o que pensar na infraestrutura (art. 25 do CBA). Compreende, entre outros, os sistemas aeroportuários, a segurança de voo, prevenção de acidentes, facilitação, segurança e coordenação do transporte aeroportuário, formação e adestramento de pessoal destinado à navegação aérea (as famosas torres de controle) e à infraestrutura aeronáutica, entre outros.
Fala-se na privatização de aeroportos, embora o ministro da Defesa não goste do termo privatizar, segundo editorial da Folha publicado nesta semana. O controle privado de aeroportos não é estranho ao CBA (art. 29), mas exclui a aviação comercial. O Código terá que se adequar se a privatização vier no próximo governo.

Fonte: Folha de São Paulo




São Paulo, sábado, 19 de junho de 2010
WALTER CENEVIVA


*** Com a devida vênia ao autor quando se utiliza das palavras para citar como autoridade aeronáutica o "extinto" Ministério Aeronáutico, cumpre-me corrigir que desde o ano de 2006 que a nossa autoridade aeronáutica é a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).