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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Recall na Webjet por recomendação da Boeing (devido ao ocorrido com a Southwest)

Empresa possui 24 aviões do modelo 737-300, o mesmo que sofreu pane da Southwest Airlines; três têm chassi convocado para "recall".
(releia aqui a postagem sobre o caso da Southwest)
A Webjet atenderá a recomendação da Boeing e fará a revisão de três aeronaves de sua frota. Ao todo, a companhia possui 24 modelos Boeing 737-300, o mesmo que apresentou um defeito durante um voo da Southwest Airlines na última sexta-feira. A maioria das aeronaves não precisará ser revisada, pois não está na série que foi convocada para nova inspeção pela Boeing.
O procedimento é muito semelhante a um “recall” de veículos. A fabricante de aeronaves divulga o modelo e o número de série das aeronaves que terão que ser inspecionadas. Por isso, apenas três aeronaves da Webjet foi enquadrada pela Boeing no “recall”.
A companhia informou que as aeronaves já fazem inspeções regularmente, mas que farão uma nova revisão assim que a Boeing emitir as orientações para a realização do procedimento. Até lá, as aeronaves continuam em operação.
A falha
Durante voo da Southwest Airlines um buraco na fuselagem do aeronave forçou a companhia aérea a realizar um pouso de emergência nos Estados Unidos. Os passageiros ouviram um barulho e puderam ver o buraco no meio da cabine, de acordo com informações da Reuters.
Após o incidente, a Boeing recomendou a revisão de algumas unidades do mesmo modelo. O Boeing 737-300 começou a ser operado em 1984.
Fonte: Portal Ig, via blog Direto da Pista

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Boeing apresenta novo 747-8 Intercontinental

A Boeing apresentou ontem (domingo, dia 13), na fábrica de Everett, nos Estados Unidos, o mais novo produto: o 747-8 Intercontinental, cuja tecnologia promove economia em vários itens e que pode transportar entre 400 e 500 passageiros. O novo avião foi visto por cerca de dez mil pessoas.
“O 747-8 Intercontinental tem o menor custo assento por milha de qualquer avião comercial de grande porte, com custos 12% menor do que o antecessor, o 747-400. O avião oferece economia de 16% no combustível, e as emissões de carbono 16% menores por passageiro. O novo jato tem uma nova arquitetura, dando aos passageiros uma maior sensação de espaço e conforto”, explica a Boeing por meio de um comunicado.

Nico Buchholz, vice-presidente executivo de gerenciamento da frota do grupo Lufthansa, afirmou que o 747-8 Intercontinental será um grande complemento na nossa frota, servindo perfeitamente na categoria de 400 assentos, aumentando ainda mais a eco-eficiência de nossa frota. Como clientes lançadores, aguardamos ansiosamente para dar as boas-vindas a essa nova aeronave em nossa frota, no ano que vem, pois ela só faz acrescentar aos nossos atuais esforços ambientais e de modernização da frota.”

Segundo nota divulgada pela Boeing, a Korean Air e clientes VIP juntaram-se ao cliente lançador, Lufthansa, encomendando um total de trinta e três (33) 747-8 Intercontinentais. A primeira entrega está programada para o quarto trimestre do ano.
Ainda segundo a Boeing, o 747-8 emprega características dos interiores projetados para o 787 Dreamliner, o que inclui uma arquitetura mais curva, que dá aos passageiros uma sensação maior de conforto e espaço, além de permitir mais espaço para malas de mão. 
Uma curiosidade a respeito da aeronave mostrada neste domingo é que sua pintura, em vermelho e laranja que lembram o nascer do sol, foge do padrão azul da Boeing. A nova paleta de cores é uma homenagem a muitos clientes importantes da Boeing, cujas culturas reconhecem essas cores como símbolos de prosperidade e boa sorte(Fonte: Panrotas)
*** Abaixo, o vídeo da apresentação e um vídeo do interior em uma das possíveis configurações dessa aeronave espetacular.





quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Interesse da Gol pela TAP começa a ganhar altitude

Conversas estariam em curso desde outubro do ano passado; eventual aquisição agregaria a malha aérea na Europa e elevaria faturamento a R$ 10 bilhões
Nota do Blogueiro: alerto àqueles leitores que a TAP em questão é a empresa aérea portuguesa, e não a empresa de manutenção brasileira TAP M&E. Resta-nos pensar: no caso de uma eventual aquisição da TAP (portuguesa) por parte da GOL, que implicações poderiam reverberar na TAP Maintenance &Engineering aqui do Brasil?????
(Para ler a matéria completa, clique em MAIS INFORMAÇÕES abaixo e não deixe de dar sua opinião em PARTICIPAÇÕES)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mudança nos pólos obriga aeroportos a redesenhar números de pista

Não pense nisso como um sinal do apocalipse, mas o pólo magnético norte da Terra mudou o suficiente para que o Aeroporto Internacional de Tampa (foto), na Flórida, EUA, tenha que redesenhar os números em suas pistas.
A pista principal do aeroporto ficou fechada até 13 de janeiro para mudar as designações numéricas de cada extremidade, bem como a sinalização nas vias de circulação para a pista. Duas outras pistas serão fechadas no final deste mês para uma mudança de sinalização similar.
A pista era designada 18R/36L, o que indica o seu alinhamento de 180 graus de distância do norte e 360 graus de distância do sul. Agora, os números... (clique em mais informações para continuar lendo)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Empresas brasileiras são as últimas em ranking mundial de segurança aérea

Lista é feita por um órgão conceituado no setor, cuja sede é em Hamburgo, ALE.

Em 2010, morreram mais pessoas em acidentes aéreos do que no ano anterior: foram 829 mortes contra as 766 registradas em 2009. No entanto, nenhum desses casos envolveu alguma das 60 maiores companhias aéreas do mundo.
Todos os anos, os dados são compilados e publicados pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center, Jacdec, órgão com base em Hamburgo, Alemanha, que reúne informações relacionadas à segurança do setor. O ranking, obtido pela Deutsche Welle, considera o número de passageiros transportados por quilômetro, analisa os últimos 30 anos da aviação civil.
De baixo para cima
A brasileira TAM aparece em... (clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Para EUA, Varig ficou à mercê de conveniências políticas, revela WikiLeaks

SÃO PAULO - Concentrado em ajustar gastos e impulsionar os investimentos nos programas sociais, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva não "pensava nem desejava" montar um plano de salvamento para a Varig, que no final de 2004 ainda era a maior companhia aérea do país, mas já apresentava sérios problemas que ameaçavam sua sobrevivência. Apostava-se então no governo, numa solução de mercado. No ano seguinte, 2005, quando a situação só piorava, o governo tentou ajudar, apoiando uma saída pela iniciativa privada. Mas quando ficou claro o risco real de quebra da empresa, que colocaria na rua seus 20 mil empregados, a ficha caiu.
Pressionado pelos credores da Varig, entre eles Petrobras e Infraero, o governo decidiu intervir. Mas com a eclosão do escândalo do mensalão, no primeiro semestre de 2005, e a proximidade do ano eleitoral de 2006, as ações relacionadas à Varig passaram a ser tomadas ao sabor das conveniências políticas, selando o destino de uma empresa que durante anos foi um dos ícones do país no mundo.
A agonia da Varig foi acompanhada de perto pelos diplomatas americanos, que criticaram a indecisão do governo, segundo uma série de 13 telegramas da Embaixada dos EUA enviados ao Departamento de Estado americano e divulgados ao GLOBO pelo site WikiLeaks. A correspondência foi trocada entre 2004 e 2006, auge da crise da Varig e do escândalo do mensalão. Numa dessas correspondências, o ministro conselheiro da Embaixada dos EUA em Brasília, Phillip Chicola, descreve detalhadamente as situações de Varig e Vasp - que pararia de voar no início do ano seguinte - e diz que apesar dos rumores de que sairiam em socorro da empresa, as autoridades nada faziam.
A explicação "retórica" dada por "uma fonte do Planalto" é citada: "porque um governo dirigido por um presidente de partido trabalhista deveria subsidiar uma empresa mal administrada que serve à elite (os pobres não tem dinheiro suficiente para voar) enquanto não subsidia outros meios de transporte mais usados pelos trabalhadores (ônibus e metrô)".
Escolha de ex-genro de FHC "teria precipitado fim"
O ex-vice presidente José Alencar, então Ministro da Defesa, é citado por ter definido a situação da empresa como um "horror". Num telegrama classificado como "confidencial", de junho de 2005, o embaixador dos EUA no Brasil, John Danilovich, descreve as tentativas que vinham sendo feitas para equalizar as dificuldades da Varig.
"Enquanto o vice-presidente José Alencar, a principal autoridade tratando do caso Varig, hesita entre socorrer a companhia e deixar que 'o mercado resolva a situação', a escolha dos novos diretores da empresa pode ter precipitado seu fim, no seu resgate", adverte Danilovich, referindo-se à nomeação de Davi Zylbertajn, para presidir o conselho de administração da companhia, que além de ex-genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso seria muito próximo ao PSDB.
Nessa fase, em que a Fundação Rubem Bertta se afastou da direção da empresa e contratou profissionais da iniciativa privada, como Henrique Neves (ex-Telemar) e Omar Carneiro da Cunha (Ex-executivo-chefe da Shell no país), o governo Lula, segundo os telegramas, concordara em pagar US$ 1 bilhão à Varig para encerrar o processo que a empresa movia na Justiça contra o governo.
"Lula pode ter determinado a seu pessoal que trabalhe no resgate da empresa, mas diante de todos os problemas e interesses será uma tarefa espinhosa, especialmente com as preocupações crescentes das principais autoridades do governo com o escândalo de corrupção em curso", escreveu o embaixador, no final do telegrama.
Governo acusado de manter processo encalhado
Numa correspondência de outubro daquele ano, Danilovich mostra-se surpreso com o recuo do governo, que decidiu não mais liberar US$ 1 bilhão da sua dívida com a Varig, que antes fora apresentada como "essencial à sobrevivência da empresa". Na missiva, o diplomata indaga: "Governo brasileiro intervém na Varig: muito pouco, tarde demais?", ou "Morte lenta ou sopro da morte?".
Danilovich conta que o polêmico fundo americano Matlin Patterson, que havia apresentado uma proposta de comprar a VariLog por US$ 130 milhões, vinha sendo chamado de "abutre" pela imprensa local. E cita a observação de um "contato" da embaixada. "É irônico que o Matlin Patterson seja considerado abutre quando o BNDES oferece somente US$ 103 milhões para a compra, além da VariLog, a VEM (a empresa de engenharia e manutenção da Varig) e pelo Smiles (programa de milhagem)".
Às véspera da reeleição de Lula, em 2006, quando a Justiça do Rio protelava decisões sobre o leilão, e as operações da Varig, então protegida pela Lei de Falências, entrava em colapso e o governo mais confundia do que ajudava a resolver o imbróglio, um oficial da embaixada fecha uma longa descrição do quadro. Antes, Philip Chicola, diplomata que assina o documento, diz que o juiz Luiz Roberto Ayoub, da Primeira Vara Empresarial do Rio, que cuidava do caso, estava "matando a Varig com gentileza". Para concluir: "Está incrivelmente claro que as pressões do governo neste ano de eleição são a única coisa capaz de manter este processo 'encalhado'".

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Brasil registra menor n° de mortos em acidentes aéreos em 5 anos

O ano de 2010 registrou o menor número de vítimas fatais em acidentes aéreos no Brasil em cinco anos, de acordo com dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, atualizados até terça-feira. Conforme o levantamento, foram 37 mortos no ano passado, 61 em 2009; 55 em 2008; 272 em 2007; 210 em 2006; e 36 em 2005. Ainda segundo o Cenipa, o total de vítimas fatais de 2000 a 2004 ficou entre 63 e 80 por ano.
Apesar da redução no número de mortos no ano passado, o total de acidentes fatais apresentou ligeiro aumento no mesmo período. Em 2010, foram 20 acidentes com mortos, contra 17 em 2009 e 24 em 2008. Segundo o centro da Aeronáutica, 2007 foi o ano com mais acidentes fatais da década, com 33 registros.
Assim como o total de mortos, o número de acidentes registrados também apresentou redução, de acordo com o relatório. Em 2010, foram 102 acidentes (contabilizando aviões e helicópteros), contra 111 em 2009; 109 em 2008; e 102 em 2007. De 2000 a 2006, apontou o Cenipa, o total de registros ficou entre 57 e 68 por ano.
Em comparação com os últimos três anos, também caiu o total de acidentes com aviões no País. Em 2010, foram 83 registros, contra 93 em 2009 e 2008, e 84 em 2007. De 2000 a 2006, o total de acidentes com aviões ficou entre 44 e 59 por ano.
Os anos de 2006 e 2007 têm elevados números de vítimas fatais devido a duas tragédias da aviação brasileira: a queda do Boeing 737-800 da Gol, após choque com um jato Legacy, em 29 de setembro de 2006, que deixou 154 mortos; e o acidente com um Airbus A320 da TAM, que saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, bateu contra o prédio da empresa de cargas TAM Express e explodiu, matando 199 pessoas, em 17 de julho de 2007.
Fonte: Portal Terra (notícia indicada pelo amigo Castilhos)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CONHEÇA A ÚNICA MULHER COMANDANTE DE AVIÃO DE SANTA CATARINA

No Brasil, são 4.703 homens pilotos de linhas aéreas e apenas 18 mulheres

Num ambiente em que os homens são quase absolutos, uma mulher catarinense se sobressai. Elisa Rossi é a única mulher comandante de avião, em Santa Catarina. Para se ter uma ideia do feito que é sua condição, são 4.703 homens pilotos de linhas aéreas no Brasil e apenas 18 mulheres, ou seja, 0,3% do total.
A gravata e o sapato são masculinos. E é só! Sombra, rímel, blush, batom, unhas bem feitas... Tudo denuncia que o comando da aeronave está com uma mulher. Elisa Rossi pilota aviões há 20 anos. Há três é comandante da Gol, única mulher entre os aproximadamente 1,5 mil comandantes da empresa.
— Ainda é um ambiente masculino, mas já foi pior. É uma profissão técnica, que exige gerenciamento. Não requer força física. Mulheres podem ser excelentes no comando do avião — afirma Elisa. (clique em MAIS INFORMAÇÕES  para continuar lendo a matéria)

GE CELMA VAI FABRICAR MOTORES PARA EMBRAER

A fábrica especializada na manutenção de turbinas de avião da GE, a Celma, será expandida para abrigar também a produção de turbinas para a Embraer. Segundo anunciaram hoje os executivos da empresa, em evento no Rio de Janeiro, a produção na unidade deverá ter início a partir de 2012.
A multinacional anunciou ainda a assinatura de um termo de cooperação com a Vale para a pesquisa no setor de energia. A cooperação será focada em projetos de armazenamento, geração e distribuição de energia.
Na mesma linha, também foi assinado um acordo com a MRS Logística para o desenvolvimento de estudos para ampliação da malha ferroviária no país. Segundo informou a empresa, as pesquisas estarão focadas no desenvolvimento de sistemas de segurança e de modelos mais eficientes de transportes de cargas e passageiros.
"As empresas vão criar tecnologias e novos equipamentos vão surgir em conjunto", afirmou o presidente mundial da GE Transportes, Lorenzo Simonelli.
Fonte: (Vanessa Dezem | Valor e O Globo)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PÓLO AERONÁUTICO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE TERÁ PRESENÇA DA LUFTHANSA


Os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, assinaram, na quinta-feira (28), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, memorando de entendimentos com o diretor da Lufthansa Technical Training (LTT), Christoph Meyerrose. O objetivo é estabelecer as bases de cooperação entre o Governo de Minas e a Lufthansa para prestação de serviço e cooperação para formação de mão de obra qualificada para integrar as cadeias aeronáutica e aeroespacial. (clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ANAC E FAA CADA VEZ MAIS COM SUAS REGULAMENTAÇÕES ALINHAVADAS.

A Agência Nacional de Aviação Civil recebeu recentemente a visita dos representantes da Federal Aviation Administration (FAA), agência reguladora americana, para uma reunião gerencial no âmbito da aeronavegabilidade na Superintendência de Aeronavegabilidade – SAR, em São José dos Campos/SP.
Entre os dias 19 e 21 de outubro, as autoridades dos dois países buscaram atualizações mútuas de suas regulamentações e dos seus sistemas de certificação e se reuniram para avaliar as lições aprendidas com os programas de certificação.
Segundo o especialista em regulação da Superintendência de Aeronavegabilidade, Marco Aurélio Bonilauri Santin, este encontro serviu para abordar também as alterações organizacionais da ANAC e da FAA, a nova emenda do regulamento de certificação de produtos (Part 21), as perspectivas relacionadas a “Light Sport Aircraft”, “Commercial Parts”, “Organization Designation Authorization”, entre outros assuntos. “É muito importante para a indústria nacional que nós estejamos alinhados em regulamentos com os EUA.  Nesta reunião vieram explicar algumas das modificações em sua legislação de certificação. Isso facilita o nosso trabalho de avaliação e alinhamento com o requisito deles” explica.
Também foram iniciadas negociações para revisão do acordo vigente entre as duas autoridades para o estabelecimento de um novo acordo sobre suas responsabilidades em relação à nova fábrica da Embraer em Melbourne – EUA. “A Embraer busca sua certificação nos EUA e a ANAC presta o apoio, mas o processo de certificação será norte americano. A Embraer-Melbourne será uma empresa ‘americana’ do ponto de vista de certificação.” ressalta.
No último dia de reunião, os representantes da autoridade norte americana se reuniram com a Embraer e visitaram as instalações da empresa em São José dos Campos.
Fonte: ANAC

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

TRÊS ESCOLAS RECEBEM O FOMENTO DA ANAC PARA BOLSAS DE ESTUDO PARA FORMAÇÃO DE MECÂNICOS AERONÁUTICOS

Notícia já debatida aqui no blog, mas eu ainda não sabia quais eram as outras duas escolas. Veja a coluna do jornalista Ancelmo Gois do jornal O Globo, que acabei tendo conhecimento através do blog Pousada da Cmra. Daniele Carreiro.


REFORÇO NA SEGURANÇA

Motor de avião

A ideia é reforçar a segurança. Depois de oferecer bolsas de estudos para pilotos, a Anac pretende dar 600 bolsas para formar mecânicos de manutenção para a aviação civil. A agência vai pagar 75% das aulas do curso básico e de especialização em motores, célula ou aviônicos, que dura uns seis meses.
A formação de um mecânico custa entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. As aulas serão ministradas por três escolas, o Senai de Santa Catarina, Aeroclube de Bauru (SP) e uma escola de Anápolis (GO). Devem começar ainda em 2010.
Portanto, quem estiver interessado em realizar um curso na área, procure uma dessas 3 escolas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Manutenção de jatos cresce, mas há gargalo






Falta de espaço em aeroportos congela projetos de três companhias, que somam quase R$ 70 milhões
Alberto Komatsu | De São Paulo
Planos de expansão das empresas que fazem manutenção de jatos executivos e aviões de pequeno porte estão em compasso de espera por causa da falta de espaço nos principais aeroportos do país. Líder Aviação, Oceanair Táxi Aéreo e TAM Aviação Executiva poderiam aplicar em conjunto quase R$ 70 milhões para pelo menos dobrar de capacidade. Isso porque elas têm visto a demanda por reparos crescer até 20% por ano.
O mercado de manutenção está tão aquecido que a TAM Linhas Aéreas, antes da união com o grupo chileno LAN, negociava uma fusão com as maiores do mundo na área de manutenção. A ideia é criar uma empresa independente, mas o surgimento da Latam colocou o plano em banho maria. A Gol também enxerga potencial nesse negócio e pretende oferecer reparos para aviões de outras companhias aéreas, pois só repara sua própria frota. (Ver texto abaixo)
Tanto as empresas de táxi aéreo e revenda de aeronaves, como as de voos regulares de passageiros projetam que a manutenção tem potencial para aumentar sua colaboração na receita. Só a soma do que já foi desembolsado pelas companhias que fazem manutenção de jatos executivos alcança R$ 230 milhões. Juntas, a TAM Linhas Aéreas e a Gol já aplicaram quase R$ 300 milhões em seus centros de manutenção.
As empresas de aviação executiva reclamam da escassez de áreas para ampliar suas bases de manutenção, que têm de estar em aeroportos para o recebimento e entrega da aeronave reparada. "Hoje enfrentamos uma grande dificuldade que é a falta de espaço nos aeroportos", afirma a superintendente da Líder, Júnia Hermont.
A Líder investiu o equivalente a R$ 183 milhões para ter sua atual estrutura de reparos em aeronaves, setor que responde por 10% do seu faturamento. A companhia quer dobrar sua capacidade atual de reparos mensais em 45 aeronaves (jatos e helicópteros) para 90 unidades, com investimento de R$ 51 milhões.
A empresa tem bases de manutenção em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. A Líder faz fretamento de jatos e helicópteros e venda de aviões da Hawker Beechcraft Corporation.
A Oceanair Táxi Aéreo, representante dos jatos da Bombardier, investiu R$ 34 milhões para ter sua estrutura de manutenção nos aeroportos de Congonhas e de Sorocaba (SP). O diretor comercial da empresa, José Eduardo Brandão, estima que seriam necessários mais R$ 8,5 milhões para expandir a capacidade atual, de 40 aeronaves reparadas por mês. "Os aeroportos estão sobrecarregados. Por isso, não conseguimos crescer em manutenção", diz Brandão.
A TAM Aviação Executiva, que não faz parte da Latam, planeja um investimento de R$ 7,5 milhões em um centro de manutenção em Belo Horizonte, no Aeroporto da Pampulha, mas a área ainda está sendo negociada. A companhia já desembolsou R$ 15 milhões na base de Jundiaí, no interior paulista.
O presidente da TAM Aviação Executiva, Fernando Pinho, conta que a área de manutenção é a que mais cresce, em comparação com os fretamentos de voos e vendas de jatos da Cessna e dos helicópteros da Bell.

TAM desenha modelo e Gol quer vender o serviço
Alberto Komatsu/São Paulo
A TAM Linhas Aéreas estima que a manutenção de aeronaves para terceiras companhias tem potencial para representar até 25% do faturamento. A fatia atual é de 13%. No entanto, essa meta só será alcançada quando a área de reparos de aviões se tornar independente e fizer uma fusão ou associação com uma grande empresa desse setor. A execução desse plano, ou não, só será definida após a criação definitiva da Latam, prevista para meados de 2011.
O vice-presidente de manutenção da TAM, Ruy Amparo, informou que antes de ser anunciada a fusão com a chilena LAN no início de setembro, a TAM já conversava com algumas das maiores companhias do mundo na área de manutenção - empresas do porte da alemã Lufthansa e da portuguesa TAP. "Essa plano não foi abortado. Ele estava preparado para decolar e também havia conversas para uma parceria estratégica, mas com a criação da Latam não podemos fazer um 'spin off'", diz Amparo. A TAM já investiu R$ 200 milhões no centro de manutenção em São Carlos, interior de São Paulo.
O diretor de manutenção da Gol Linhas Aéreas, Alberto Castro Correnti, revela que a companhia quer fazer a manutenção para outras empresas aéreas que operem aviões da Boeing, modelos 737 e 767. "Nossa intenção é obter a homologação internacional", diz Correnti. Com esse documento, a Gol poderá oferecer reparos em aviões com matrícula estrangeira.
A TAM está criando uma espécie de condomínio tecnológico em São Carlos. A empresa já atraiu dois fornecedores para o local e tem 22 lotes, de 18 mil metros quadrados cada, para abrigar empresas. Segundo Amparo, elas não precisam ser necessariamente fornecedoras da TAM, mas têm de atuar no segmento aéreo.
A Goodrich Corporation, fornecedora de sistemas e serviços para os mercados aeroespacial, de segurança nacional e de defesa, e a Bella Air, especializada em higienização de capas dos assentos, são as duas fornecedores da TAM que já estão em São Carlos.
A Gol também quer estimular a criação de um polo similar em Confins (MG). A empresa inaugurou sua unidade de manutenção em outubro de 2006, após investimento de R$ 30,5 milhões. Outros R$ 60,5 milhões foram aplicados por lá. Desde então, a companhia só faz a manutenção de suas próprias aeronaves, 108 no total.
"Em parceria com o governo de Minas Gerais, estamos buscando desenvolver um polo industrial", afirma Correnti.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AVIAÇÃO + PROFISSIONAL DO FUTURO + VOCAÇÃO/PAIXÃO + MOTIVAÇÃO = O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO???

- Você viu a reportagem que diz ser o mecânico aeronáutico um dos profissionais do futuro?????
- Você está com dúvidas sobre qual carreira profissional iniciar, ou até mesmo, qual novo caminho profissional começar (o meu caso)?????
- Você gosta da Aviação?????
Bom, caso a primeira resposta seja "NÃO", você poderá ler tal matéria logo abaixo, clicando em "MAIS INFORMAÇÕES".
A segunda pergunta é subjetiva. Cada um tem a sua.
Porém, a terceira precisa de um esclarecimento. - Não basta "gostar" da Aviação. Tem que amá-la.
Explico.
A aviação necessita de pessoas com 3 grandes características:
- dedicação
- responsabilidade
- disciplina
E pode ter certeza que aqueles que apenas "gostam" da Aviação, não prosperarão em carreira alguma, pois é preciso se apaixonar cegamente por ela.
O momento atual para se entrar numa carreira profissional da aviação é muito boa, principalmente na manutenção aeronáutica, uma das mais belas e importantes profissões da sociedade, mas se você não tiver TODAS as características citadas acima, nem tente.
Ahhhh, e tem mais!!!
Se pensares em ganhar muito dinheiro, e rápido, com essa carreira,esqueça!!!!!
Isso mesmo!
Você vai ser cobrado;
Vai ter uma enorme responsabilidade;
Vai ter que seguir rígidas normas;
Não vai ficar rico, etc etc
MAS serás feliz!!!!! E isso só se explicará se tiveres paixão pela aviação. Não bastará apenas "gostar", você terá que amar cegamente.

Vejam o vídeo abaixo onde exaltamos o ato de "Voar". Percebam que, realmente o ato de "Voar” é como “Sonhar", algo sensacional, onde apenas degustamos o momento. "Fazer Voar” é propiciar o sonho. Contudo, para realizarmos/propiciarmos algo, "nunca devemos parar de sonhar".
Durante o voo, apenas degustamos o momento; mas ao trabalharmos para fazer voar, participamos desse momento.
"Voar é mais fácil que fazer voar"

Grande abraço a todos,
Heinz Burda Filho
Para aqueles que quiserem ler a reportagem sobre o profissional do futuro, clique em MAIS INFORMAÇÕES logo abaixo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Infraero lança edital para atualização do sistema de radiocomunicação

A Infraero lançou o edital de licitação para contratação de empresa para fornecimento de solução para implantação de sistema de radiocomunicação digital nos aeroportos localizados nas cidades-sede dos jogos da Copa do Mundo de 2014 e demais aeroportos que compõem a infraestrutura de apoio a esse evento. Serão contemplados 18 aeroportos no total. A Infraero vai investir cerca de R$ 88,6 milhões nessa solução.

Atualmente os aeroportos da Rede Infraero possuem sistemas de radiocomunicação compostos de tecnologias analógicas. Com a digitalização do sistema, a empresa e seus aeroportos poderão contar com uma infraestrutura adequada para atender à demanda que surgirá com a Copa do Mundo assegurando a continuidade dos sistemas de segurança, manutenção e de operações. “Com a implantação do sistema digital, será possível viabilizar uma comunicação direta, via rede corporativa da Infraero, entre os aeroportos”, destacou o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza.

Os aeroportos contemplados: Brasília (DF); Campinas, Campo de Marte, Congonhas e Guarulhos (SP); Confins e Pampulha (MG); Cuiabá (MT); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Galeão, Jacarepaguá e Santos Dumont (RJ); Manaus (AM); Natal (RN); Porto Alegre (RS); Recife (PE); e Salvador (BA). O cronograma de instalação da solução tem início previsto para 2011 e conclusão, em 2014.

Com o sistema digital, serão disponibilizados em cada aeroporto serviços como envios de mensagens (SMS), chamadas telefônicas externas e tráfego de dados e voz simultâneos. O uso dos canais de frequência é estabelecido pela Resolução nº 446, de 17 de outubro de 2006, da Anatel, que disponibiliza um número máximo de 40 canais para uso nos aeroportos. Com a nova solução, será possível otimizar o uso do sistema, possibilitando efetuar mais chamadas simultâneas para um mesmo canal.

Fonte: Jornal de Turismo via Blog do Mauro Machado

FALTA DE ILS É O PRINCIPAL PROBLEMA!!!


A vinda de mais companhias aéreas para Joinville – a Azul Linhas Aéreas deve começar as operações em dois meses na cidade – não é o fator mais preocupante para o diretor de mar- keting e vendas da Trip Linhas Aéreas, Evaristo Mascarenhas de Paula. Ele afirma que o principal desafio para a empresa na mais populosa cidade catarinense é a falta do ILS, sistema que possibilita pousos em condições de mau tempo.

“O cancelamento de voos no Lauro Carneiro de Loyola por conta das condições climáticas é comum e isso traz transtornos operacionais para as companhias”, diz o executivo.

A compra dos aparelhos já foi aprovada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em maio deste ano, mas a Aeronáutica ainda não confirmou a compra do sistema em seu orçamento.

Fonte: A Notícia via Blog do Mauro Machado

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Na aviação, a evolução de muitas coisas só vem com "muito sangue".

Dez anos depois do acidente do Concorde, que conclusões tiramos da catástrofe?
Bernard Bourdon responsável pelo inquérito da Agência Europeia da Segurança Aérea, com sede em Colônia, na Alemanha, concedeu entrevista a 'euronews'.
Anne Devinaux (euronews): O inquérito sobre o acidente colocou em evidência várias lacunas a nível da manutenção dos aparelhos, tanto o Concorde da Air France como do DC-10 da Continental Airlines. Tiramos lições do acidente?
Bernard Bourdon (Agência Europeia de Segurança Aérea): Exato, a nível de organização mudamos consideravelmente a responsabilidade das diferentes organizações, foi mesmo aprovada uma organização de manutenção. Isto quer dizer que todos os envolvidos, desde a manutenção à exploração de um transporte público, têm de ter estruturas de gestão do risco, para o identificar, corrigir, e informar as pessoas. É verdadeiramente um processo de qualidade desenvolvido a partir dos anos 90, digamos, que atinge, agora, a maturidade.
euronews: Durante o processo, houve importantes críticas ao modo como foi conduzida a investigação, à falta de independência dos peritos, à pouca transparência. Que diz sobre o assunto?
Bernard Bourdon: Passamos de uma gestão baseada na participação dos Estados à transferência de responsabilidades. O que tem uma enorme vantagem: é uma agência europeia, a EASA, que é submetida a controlo da comissão típica parlamentar, e temos um dever de transparência sobre as nossas actividades. Quanto à informação, o que mudou muito, em relação ao Concorde, foi a rapidez que ganhou. Quer dizer, se não há comunicação a nível de inquérito, os jornalistas e as diferentes fontes de informação como a internet, vão comunicar mais depressa. Por isso é um imperativo comunicar.
euronews: Podemos dizer que o céu, hoje, é mais seguro do que há 10 anos?
Bernard Bourdon: Continuamos com crescimento de tráfego, mesmo com a crise, por isso, estamos sem problemas em relação ao aumento do número de aviões que voam no espaço aéreo europeu, a estabilizar o número de acidentes. O progresso é evidente em termos de segurança. O progresso é permanente, pois a técnica evolui: há cada vez mais segurança nos aviões com os desenvolvimentos tecnológicos mas também através da rede de informação e de uma melhor organização internacional. Vêmo-lo na Europa, pelos países que colocam o melhor do próprio potencial numa organização única.
*** Veja algumas imagens do acidente:


Fonte: euronews - Imagem: AFP via Blog Aviation News

quinta-feira, 22 de julho de 2010

FAB moderniza Bandeirantes!!!

Aeronave C-95M da Força Aérea Brasileira (FAB) vai alçar voo e alcançar horizontes de natureza bastante significativa. Esses aviões modelo Bandeirante, um dos principais da Força, datam de 1973 e estão passando por um processo de modernização e terão sua história reescrita: foram modernizados com alta tecnologia e estão em contagem regressiva para, novamente, entrar em plena atividade.
Ao todo, até 2013, 54 aeronaves Bandeirantes – das 95 que o Brasil possui nas versões C-95 A/B/C e P-95 A/B – terão o mesmo conceito de modernização. O projeto é coordenado no Rio de Janeiro, pelo Comando- Geral de Apoio (COMGAP), por intermédio de uma de suas unidades subordinadas, o Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (PAMA-AF). Dois aviões, inicialmente, passarão por uma fase de testes, para, no mês de outubro e novembro,respectivamente, serem distribuídos para as Unidades Aéreas.
Mas essas duas decolagens guardam significados que não podem ser lidos ao pé da letra: simbolizam a renovação tecnológica da FAB e acende a luz da economia no desenvolvimento de projetos de forte impacto para o Brasil. “Fizemos um estudo e chegamos à conclusão de que o custo da modernização é bem menor do que o da substituição”, garante o Major Paulo César Guerreiro Lima, coordenador do projeto.
Nova configuração
As aeronaves serão modernizadas em três fases. Na primeira, os instrumentos de navegação são ‘encorpados’ e ganham o reforço de um painel Glass Cockpit – aquele painel robusto que mostra a vida do avião –, totalmente convertido em tela LCD. Na segunda etapa, sistemas importantes, como de mecânica e hidráulica, são convertidos em outros mais confiáveis e avançados.
A última fase completa o ciclo de revitalização e dá o toque final com pintura, forração interna e outras ações dessa mesma linha. Empresas nacionais do campo da aviação fazem as duas primeiras etapas, enquanto a própria FAB, através do PAMA-AF é responsável pela terceira. Depois de todo esse processo, as aeronaves estarão prontas para novamente servir ao seu propósito – que inclui patrulha marítima,assalto aeroterrestre, busca e resgate, transporte de pessoal e cargas e outros – por mais vinte anos.
De acordo com o Major Guerreiro, quatro aviões experimentam essa modernização e voltam aos céus ainda neste ano. “Essa é nossa expectativa. Projetamos trabalhar em mais sete aeronaves simultaneamente ”, planeja o Major. A devolução das aeronaves modernizadas será realizada em sistema de rodízio entre as unidades da FAB que possuem esse avião em sua frota.
Tripulações operacionais
Do alto das muitas habilidades e sabedorias arregimentadas ao longo de anos de voo nos Bandeirantes, pilotos também ganham atenção nesse processo de modernidade. Vão fazer curso de readaptação às novas máquinas, imprimindo ainda mais qualidade aos trabalhos comandados pela FAB, já que estarão em contato com o que há de mais moderno em equipamentos de navegação e comunicação na aviação.
Fonte: Plano Brasil via blog Pousada da Cmra. Daniele Carreiro