(vídeo indicado pelo amigo Luan)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
TRABALHO EM EQUIPE NO BLOG É MUITO MELHOR
Pessoal, sabemos que o trabalho em equipe propicia um rendimento muito melhor que o trabalho individual, principalmente na aviação, onde a segurança é um dos principais objetivos.
Pois bem, possuo alguns planos para o blog e como o tempo fica sempre menor, fiz um convite a um amigo para me ajudar com as postagens e a estruturação do blog. Ele aceitou e só tenho a agradecer a sua disposição.
O Sr. Castilhos, vulgo Dr. Dexter, é um cara sensacional com uma baita experiência na aviação e, o principal, com uma imensa pro-atividade junto aos mais jovens.
Obrigado pelo auxílio e confesso que já estou ansioso para sua primeira postagem (que pressão, né... rsrsrs).
Abraço a todos.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Sistema Legal da Aviação Civil Brasileira
CBAer, RBHA, RBAC, IAC, IS, DA e BS.
Sabemos que nossa legislação aeronáutica é quase que totalmente baseada na legislação aeronáutica dos Estados Unidos e vinculada a Tratados Internacionais em que o Brasil é signatário. E também que a estrutura de normas empregada pela ANAC é bastante parecida com a empregada pelo FAA nos EUA.
Quanto ao nosso ordenamento jurídico do setor aéreo, ouvimos e lemos diversas siglas, termos e acrônimos de documentos que tratam de normas e leis do mundo da aviação. Para iniciarmos o entendimento do Sistema Legal...(clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)
Quanto ao nosso ordenamento jurídico do setor aéreo, ouvimos e lemos diversas siglas, termos e acrônimos de documentos que tratam de normas e leis do mundo da aviação. Para iniciarmos o entendimento do Sistema Legal...(clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
MAIS ESPAÇOS PARA AERONAVES NO AEROPORTO DE FLORIANÓPOLIS. (e a segurança????)
(clique para ampliar)
O Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) passou a contar, no último dia 8/1, com uma nova área para estacionamento de aeronaves. De acordo com a decisão 173 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), válida até março de 2011, o aeroporto está autorizado a utilizar os últimos 600 metros da pista 03/21 para criar mais nove posições de estacionamento de aeronaves do porte até do Boeing 737-800.
Essa decisão irá permitir o atendimento da demanda de voos charter na temporada 2010/2011, possibilitando ainda um melhor atendimento à aviação geral e executiva. Vale destacar que a utilização da pista como estacionamento de aeronaves não prejudicará os pousos e decolagens, uma vez que a pista principal (14/32) vai continuar operando normalmente.
Adequações
Para utilizar a pista como estacionamento de aeronaves, a Infraero já programa uma série de adequações no local, como pintura da sinalização horizontal e instalação de balizamento luminoso de área de estacionamento. "Além disso, nossos fiscais de pátio já estão sendo treinados para atuar nessa área específica", garantiu o Superintendente do Aeroporto Internacional de Florianópolis, Antonio Filipe Bergmann Barcellos.
A necessidade de utilização da pista como pátio de aeronaves surgiu devido à grande quantidade de voos charters programados durante a temporada 2010/2011, apresentando um crescimento de 82,49% em relação ao mesmo período do ano passado.
Fonte: INFRAERO
Nota do blogueiro: e a segurança? até onde vai esse rol de atitudes, tanto da ANAC quanto da INFRAERO, em "tapar o sol com a peneira". Quer dizer que agora iremos utilizar "pistas" como estacionamentos???????
O que vocês acham????
domingo, 9 de janeiro de 2011
Para EUA, Varig ficou à mercê de conveniências políticas, revela WikiLeaks
SÃO PAULO - Concentrado em ajustar gastos e impulsionar os investimentos nos programas sociais, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva não "pensava nem desejava" montar um plano de salvamento para a Varig, que no final de 2004 ainda era a maior companhia aérea do país, mas já apresentava sérios problemas que ameaçavam sua sobrevivência. Apostava-se então no governo, numa solução de mercado. No ano seguinte, 2005, quando a situação só piorava, o governo tentou ajudar, apoiando uma saída pela iniciativa privada. Mas quando ficou claro o risco real de quebra da empresa, que colocaria na rua seus 20 mil empregados, a ficha caiu.
Pressionado pelos credores da Varig, entre eles Petrobras e Infraero, o governo decidiu intervir. Mas com a eclosão do escândalo do mensalão, no primeiro semestre de 2005, e a proximidade do ano eleitoral de 2006, as ações relacionadas à Varig passaram a ser tomadas ao sabor das conveniências políticas, selando o destino de uma empresa que durante anos foi um dos ícones do país no mundo.
A agonia da Varig foi acompanhada de perto pelos diplomatas americanos, que criticaram a indecisão do governo, segundo uma série de 13 telegramas da Embaixada dos EUA enviados ao Departamento de Estado americano e divulgados ao GLOBO pelo site WikiLeaks. A correspondência foi trocada entre 2004 e 2006, auge da crise da Varig e do escândalo do mensalão. Numa dessas correspondências, o ministro conselheiro da Embaixada dos EUA em Brasília, Phillip Chicola, descreve detalhadamente as situações de Varig e Vasp - que pararia de voar no início do ano seguinte - e diz que apesar dos rumores de que sairiam em socorro da empresa, as autoridades nada faziam.
A explicação "retórica" dada por "uma fonte do Planalto" é citada: "porque um governo dirigido por um presidente de partido trabalhista deveria subsidiar uma empresa mal administrada que serve à elite (os pobres não tem dinheiro suficiente para voar) enquanto não subsidia outros meios de transporte mais usados pelos trabalhadores (ônibus e metrô)".
Escolha de ex-genro de FHC "teria precipitado fim"
O ex-vice presidente José Alencar, então Ministro da Defesa, é citado por ter definido a situação da empresa como um "horror". Num telegrama classificado como "confidencial", de junho de 2005, o embaixador dos EUA no Brasil, John Danilovich, descreve as tentativas que vinham sendo feitas para equalizar as dificuldades da Varig.
"Enquanto o vice-presidente José Alencar, a principal autoridade tratando do caso Varig, hesita entre socorrer a companhia e deixar que 'o mercado resolva a situação', a escolha dos novos diretores da empresa pode ter precipitado seu fim, no seu resgate", adverte Danilovich, referindo-se à nomeação de Davi Zylbertajn, para presidir o conselho de administração da companhia, que além de ex-genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso seria muito próximo ao PSDB.
Nessa fase, em que a Fundação Rubem Bertta se afastou da direção da empresa e contratou profissionais da iniciativa privada, como Henrique Neves (ex-Telemar) e Omar Carneiro da Cunha (Ex-executivo-chefe da Shell no país), o governo Lula, segundo os telegramas, concordara em pagar US$ 1 bilhão à Varig para encerrar o processo que a empresa movia na Justiça contra o governo.
"Lula pode ter determinado a seu pessoal que trabalhe no resgate da empresa, mas diante de todos os problemas e interesses será uma tarefa espinhosa, especialmente com as preocupações crescentes das principais autoridades do governo com o escândalo de corrupção em curso", escreveu o embaixador, no final do telegrama.
Governo acusado de manter processo encalhado
Numa correspondência de outubro daquele ano, Danilovich mostra-se surpreso com o recuo do governo, que decidiu não mais liberar US$ 1 bilhão da sua dívida com a Varig, que antes fora apresentada como "essencial à sobrevivência da empresa". Na missiva, o diplomata indaga: "Governo brasileiro intervém na Varig: muito pouco, tarde demais?", ou "Morte lenta ou sopro da morte?".
Danilovich conta que o polêmico fundo americano Matlin Patterson, que havia apresentado uma proposta de comprar a VariLog por US$ 130 milhões, vinha sendo chamado de "abutre" pela imprensa local. E cita a observação de um "contato" da embaixada. "É irônico que o Matlin Patterson seja considerado abutre quando o BNDES oferece somente US$ 103 milhões para a compra, além da VariLog, a VEM (a empresa de engenharia e manutenção da Varig) e pelo Smiles (programa de milhagem)".
Às véspera da reeleição de Lula, em 2006, quando a Justiça do Rio protelava decisões sobre o leilão, e as operações da Varig, então protegida pela Lei de Falências, entrava em colapso e o governo mais confundia do que ajudava a resolver o imbróglio, um oficial da embaixada fecha uma longa descrição do quadro. Antes, Philip Chicola, diplomata que assina o documento, diz que o juiz Luiz Roberto Ayoub, da Primeira Vara Empresarial do Rio, que cuidava do caso, estava "matando a Varig com gentileza". Para concluir: "Está incrivelmente claro que as pressões do governo neste ano de eleição são a única coisa capaz de manter este processo 'encalhado'".
Fonte: O Globo on-line
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
ÚLTIMOS DIAS DE INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO DO CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA DO SENAI/SC - COM BOLSA DA ANAC
Pessoal, para aqueles que quiserem passar 2 anos morando na Grande Florianópolis e estudando num dos melhores cursos de manutenção do país, recomendo agilizar o empenho e entrar em contato com o SENAI São José/SC para realizar inscrição ao processo seletivo para os cursos de mecânico aeronáutico nas especialidades de GMP, Célula e Aviônicos. Vale lembrar que os alunos aprovados terão 75% de bolsa da ANAC durante todo o curso. Como não tenho o valor exato da mensalidade para essa nova turma, só posso dizer que o investimento girará por volta de R$ 70,00 por mês.
Inscrições até dia 21/01
Prova de seleção no dia 24/01
Informações pelo site www.conhecimentoamais.com.br ou pelo telefone 0800 48 1212 ou (48) 3357-1750
Para mais informações sobre o curso em questão, pesquise no blog ou entre em contato através do campo abaixo desse post "PARTICIPAÇÕES (Comente aqui)".
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Brasil registra menor n° de mortos em acidentes aéreos em 5 anos
O ano de 2010 registrou o menor número de vítimas fatais em acidentes aéreos no Brasil em cinco anos, de acordo com dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, atualizados até terça-feira. Conforme o levantamento, foram 37 mortos no ano passado, 61 em 2009; 55 em 2008; 272 em 2007; 210 em 2006; e 36 em 2005. Ainda segundo o Cenipa, o total de vítimas fatais de 2000 a 2004 ficou entre 63 e 80 por ano.
Apesar da redução no número de mortos no ano passado, o total de acidentes fatais apresentou ligeiro aumento no mesmo período. Em 2010, foram 20 acidentes com mortos, contra 17 em 2009 e 24 em 2008. Segundo o centro da Aeronáutica, 2007 foi o ano com mais acidentes fatais da década, com 33 registros.
Assim como o total de mortos, o número de acidentes registrados também apresentou redução, de acordo com o relatório. Em 2010, foram 102 acidentes (contabilizando aviões e helicópteros), contra 111 em 2009; 109 em 2008; e 102 em 2007. De 2000 a 2006, apontou o Cenipa, o total de registros ficou entre 57 e 68 por ano.
Em comparação com os últimos três anos, também caiu o total de acidentes com aviões no País. Em 2010, foram 83 registros, contra 93 em 2009 e 2008, e 84 em 2007. De 2000 a 2006, o total de acidentes com aviões ficou entre 44 e 59 por ano.
Os anos de 2006 e 2007 têm elevados números de vítimas fatais devido a duas tragédias da aviação brasileira: a queda do Boeing 737-800 da Gol, após choque com um jato Legacy, em 29 de setembro de 2006, que deixou 154 mortos; e o acidente com um Airbus A320 da TAM, que saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, bateu contra o prédio da empresa de cargas TAM Express e explodiu, matando 199 pessoas, em 17 de julho de 2007.
Fonte: Portal Terra (notícia indicada pelo amigo Castilhos)
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