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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Sistema Legal da Aviação Civil Brasileira


CBAer, RBHA, RBAC, IAC, IS, DA e BS.

Sabemos que nossa legislação aeronáutica é quase que totalmente baseada na legislação aeronáutica dos Estados Unidos e vinculada a Tratados Internacionais em que o Brasil é signatário. E também que a  estrutura de normas empregada pela ANAC é bastante parecida com a empregada pelo FAA nos EUA.
Quanto ao nosso ordenamento jurídico do setor aéreo, ouvimos e lemos diversas siglas, termos e acrônimos de documentos que tratam de normas e leis do mundo da aviação. Para iniciarmos o entendimento do Sistema Legal...(clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Leitura interessante - Segurança de Voo, uma discussão filosófica.

Pessoal, trago para cá um texto que li na "e-magazine Asas Brasil" acerca do momento atual em que a aviação passa com desafios constantes, e contrapondo tudo isto a segurança no transporte requerida pela atividade aérea. Leitura interessante e que nos remete a uma discussão importante para a atualidade e para o futuro.
Aproveitem e boa leitura. (Clique em "MAIS INFORMAÇÕES" para ler o texto).


quinta-feira, 1 de abril de 2010

CAT - Clean Air Turbulence (Matéria completa)


"O perigo pode estar nas alturas"

Pessoal, lendo algumas matérias na Revista Flap Internacional (link barra direita), encontrei essa matéria muito completa acerca da turbulência de "céu limpo", a CAT - Clean Air Turbulence. É aquela turbulência que você sabe que ela existe, dependendo do clima ela está bem próxima, mas não há jeito algum de enxergá-la. Ocorre que algumas dessas turbulências provocam danos graves, principalmente aos paxs que estão sem os cintos de segurança. 
Bom, a matéria é longa e vale à pena, pois ela é completa e muito bem redigida. Boa leitura.
(Clique em MAIS INFORMAÇÕES para ler a matéria)




terça-feira, 30 de março de 2010

CTM - Controle Técnico de Manutenção




Pessoal, já ouvimos falar algumas vezes em sala de aula do CTM, o Controle Técnico de Manutenção. Esse setor é importantíssimo para a devida organização e eficiência de uma empresa de manutenção aeronáutica. Vamos a um exemplo da importância do CTM. Na Instrução de Aviação Civil (IAC) n. 3139, que fala sobre os procedimentos do MGM - Manual Geral de Manutenção, há citação do CTM como setor importante de apoio ao chefe de manutenção, inclusive, sendo um dos setores responsáveis por ficar com uma das três vias do Livro de Bordo (item 5.4.1, IAC 3139).
Bom, para ler uma matéria sobre o CTM, clique em "MAIS INFORMAÇÕES".


O bom texto como alternativa para projeção na carreira


Por Ana Paula Felippe Backx  
Professora de Língua Portuguesa e Mestre em Educação.

Francis Bacon descreve o ato de ler da seguinte forma: “Leia, não para contradizer e refutar, nem para crer e pressupor, nem para achar assunto e conversa, mas para pensar e considerar”. Com essa premissa, é necessário enfatizar que o processo de ler é complexo pois permite o acesso a novos conhecimentos ou a novas situações, bem como é um meio de referência para divulgação de pesquisas, dados, estatísticas e um recurso para registros. Para que haja leitura é imprescindível que exista um texto e, consequentemente, um autor. È aí que entra o aspecto referente à importância de se produzir um bom texto. Qualquer idéia é interessante, mas precisa ser bem estruturada em forma de texto para que o leitor tenha condições de assimilar com clareza a proposta do autor. Quantos textos existem mas que não conseguem reproduzir a verdadeira intenção do autor? Quantas vezes há idéias interessantes a serem difundidas mas que o autor tem dificuldade de expressá-las no papel? Isso é inerente a qualquer profissão ou área. Seja na Medicina, na Engenharia ou na Educação, um texto bem elaborado tem uma ótima aceitação por parte dos leitores e consegue transmitir informações que serão discutidas, analisadas, pesquisadas... O mesmo ocorre na área técnica, na aviação. A aviação exige minuciosidade em todos os aspectos; desde os mecânicos até os tripulantes, todos os acontecimentos devem ser relatados de forma clara e precisa a fim de facilitar inspeções e conseqüentes manutenções. Em algumas situações, o laudo confeccionado é muito técnico e objetivo, sem ser estruturado atentando-se aos componentes lingüísticos que formam o bom texto. O fato é que, de uma forma mapeada ou em ítens, um boletim de serviço pode ser decifrado, porém, o que se almeja não é ficar só e somente esse boletim direcionado ao meio mecânico e sim publicá-lo e remetê-lo a vários outros setores. Isso permitirá uma maior divulgação de teorias, estatísticas e pesquisas, o que possibilitará o desenvolvimento de novos procedimentos ou projetos. Somente através de um bom texto, uma relação entre o leitor e o autor será estabelecida. O bom texto é feito de marcas formais que permitam uma clareza na identificação da idéia principal e que possam direcionar o leitor a responder ou a perguntar sobre o contexto desenvolvido. Assim, ficam estabelecidas relações de “cumplicidade” que possuem um mesmo objetivo: a troca de idéias e conseqüente formulação de novas teorias. Um maior nível cultural fica estabelecido e evidente quando há preocupação por parte do autor com uma produção textual que objetive a informação mas que priorize a forma. Isso ocorre quando há atenção para a estruturação de tópicos do texto como temporalidade, causa/conseqüência e condicionalidade, por exemplo. A dificuldade de compreender um texto está diretamente ligada ao não encaixamento das estruturas argumentativas esboçadas pelo autor. Para solucionar esses “ruídos” na comunicação autor/leitor, a seqüência das frases deve estar bem articulada. O uso dos recursos disponíveis na língua portuguesa, tais como conectores interfrásticos e conjunções, garante a boa estrutura textual. A interação entre autor e leitor é o que garante a qualidade do texto. Por isso, produzir um texto é uma tarefa desafiante pois é uma janela para o mundo. Considerando aspectos inerentes a aviação, a maneira de expor as idéias num boletim de serviço, numa instrução de avião, num manual de manutenção ou numa inspeção é, ao mesmo tempo, a imagem do responsável pelo documento. Se esse responsável tem como objetivo somente expor dados, não há a necessidade de se preocupar com estruturação textual. Porém, se o que se pretende é alçar novos vôos, ou seja, contribuir para pesquisas e novos projetos de engenharia, a atenção para a confecção, não de um simples relatório mas de um artigo, deve ser considerada.

Fonte: NOTAM.com.br

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Matemática sempre ajudou o homem a galgar seus sonhos...

Pessoal, já postei aqui sobre a importância da Língua Portuguesa ser bem falada e bem escrita. Agora trago aqui um texto sobre a importância da Matemática para a humanidade.
Cliquem em "MAIS INFORMAÇÕES" e leiam o texto.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Flyers ou Liars? - Uma polêmica sem fim!!!!!!

No embalo da primeira aula de Regulamentação da Aviação Civil, onde o Prof. Flávio falou um pouco sobre a História da Aviação Civil, trago aqui no blog uma postagem do blog Cultura Aeronáutica (excelente blog) acerca da polêmica sem fim do pioneirismo do voo a motor.
Cliquem em "MAIS INFORMAÇÕES" e leiam o texto.

segunda-feira, 22 de março de 2010

E a nossa aeronave chegou!!!!!!!!!!!

Transporte de aeronave surpreende motoristas na Grande Florianópolis

Avião Bandeirante foi doado pela FAB para curso de mecânica de aeronaves

O transporte de uma aeronave chamou a atenção dos motoristas que trafegaram entre Florianópolis e Palhoça no começo da manhã desta segunda-feira.

A aeronave de fabricação brasileira, modelo Bandeirante, foi levada sobre a carroceria de uma carreta, da Base Aérea da Capital (BAFL), no Sul da Ilha de Santa Catarina, à unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado (Senai), em Palhoça.

O avião fabricado pela Embraer foi doado pela Força Aérea Brasileira (FAB) ao curso técnico de Mecânica de Aeronaves, oferecido pelo Senai na Grande Florianópolis.

Pelo menos 215 estudantes participam dos três cursos implementados em julho de 2009 pelo Senai: aviônicos (especialização em parte eletrônica), célula (estrutura e fuselagem) e Grupo Motopropulsor (motor dos aviões).

— Em pouco tempo já somos referência quando o assunto é curso de manutenção de aeronaves. A chegada deste avião, completo, vai nos ajudar ainda mais a conquistar essa posição — ressalta José Valcir de Souza, coordenador do curso.

Segundo ele, a aeronave deve ser levada para São José nas próximas semanas, onde ocorrem os cursos.

O Senai planeja construir uma nova estrutura especialmente para os cursos de manutenção de aeronave em Palhoça.

O transporte da aeronave não causou transtornos no tráfego.

Fonte: DIARIO.COM.BR


segunda-feira, 15 de março de 2010

Marcos Pontes conhece curso técnico de manutenção aeronáutica.


m_marcospontessenai1203.jpgRio de Janeiro - O astronauta brasileiro Marcos Pontes visitou na sexta-feira (12), a Olimpíada do Conhecimento. Ele visitou o estande do curso de técnico em manutenção de aeronaves do SENAI/SC, onde observou o trabalho dos alunos que estão realizando a prova demonstrativa na ocupação de mecânica de aeronaves.

Oriundo de família humilde, em Bauru-SP, onde nasceu, Marcos Pontes começou a trabalhar aos quatorze anos como eletricista aprendiz da Rede Ferroviária para ajudar no orçamento de casa. O sonho de ser piloto se concretizou quando entrou para na Força Aérea Brasileira, onde se tornou piloto de combate, função que exerceu até 1998, quando foi selecionado pela Agência Espacial Brasileira por concurso público.

A partir de junho de 1998, Pontes deixou de exercer as funções militares para se tornar Astronauta, na NASA, em Houston-Texas, no Programa da Estação Espacial Internacional. Astronauta é uma função civil, e Marcos Pontes permanece como Astronauta da Ativa, até hoje, à disposição da Agência Espacial Brasileira, aguardando escalação para o segundo vôo espacial.

Em 2005, o astronauta foi convidado a participar como tripulante da Missão Centenário, criada pela Agência Espacial Brasileira, único órgão responsável do governo brasileiro pela administração de políticas e orçamentos do setor espacial no país. Os objetivos da missão eram realizar experimentos nacionais em microgravidade, incentivar o crescimento dessa área de pesquisa no Brasil, homenagear o herói Santos Dumont e promover o Programa Espacial Brasileiro. Em março de 2006 Marcos Pontes levou a bandeira do Brasil, pela primeira vez na história, em órbita da Terra.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC

terça-feira, 2 de março de 2010

Aeronave do curso chegando no RioCentro para evento.

Pessoal,
a aeronave do Curso de Mecânica Aeronáutica já está no Rio-Centro, local do evento "Olimpíadas do Conhecimento 2010 Senai".
Acessem o link OC 2010 - RJ no topo da página do blog e acompanhem as fotos e acontecimentos do evento que ocorrerá do dia 08 ao dia 15 de março.


Abs,

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Curso de Mecânico de aeronaves estará em grande evento do setor profissional.



Foto
Projeção de estande que estará no Riocentro: seis alunos do SENAI demonstram como são treinados
Com um crescimento a taxas médias anuais de 10% a 15% no país, a aviação civil demanda mão-de-obra cada vez mais qualificada e atualizada, o que levou o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) a criar um curso técnico de manutenção de aeronaves. Seis alunos do curso estarão na Olimpíada do Conhecimento, de 9 a 14 de março próximo, no Riocentro, no Rio de Janeiro, demonstrando como são treinados.

O curso de manutenção de aeronaves foi criado em julho de 2009, na Escola SENAI de São José, na região metropolitana de Florianópolis. Tem duração de dois anos e oferece três habilitações: aviônicos, que trata dos comandos e eletrônica embarcada; célula, sobre a estrutura das aeronaves, e moto propulsor, dedicado à área mecânica. A primeira turma será diplomada em junho de 2011. (clique em "Mais informações" para continuar lendo a matéria)


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Início da segunda fase com muitas novidades no curso.


Pessoal, inicia-se mais um semestre de grandes expectativas, com novos e velhos amigos e com a paixão pela Aviação aumentando.

Recomeçaram nesta semana as aulas para os velhos e novos integrantes dessa "viagem" planejada com tanta dedicação e destreza pelos profissionais do SENAI/SC São José - o Curso Técnico de Manutenção em Aeronaves.

Depois de completar a primeira fase, cabe aqui relembrar que tal curso é INOVADOR, PIONEIRO, DESAFIANTE e SURPREENDENTE. O corpo de professores é extremamente gabaritado no ramo aeronáutico e a estrutura oferecida é uma das melhores no país. Claro que há melhorias para serem feitas, e isso com certeza ocorrerá. Afinal de contas, o projeto não é pequeno, tampouco de fácil arquitetura. Ele busca uma melhoria significativa da mão de obra especializada na Aviação brasileira. E o SENAI está no caminho certo. Tanto é verdade, que o curso está sendo analisado e elogiado nos quatro cantos do país.

Para se ter uma idéia da potencial deste curso, alguns eventos já foram realizados com os alunos, outros já foram agendados e muitos estão sendo estudados. Veja só:
- Os alunos da primeira fase já participaram do "Curso de Apresentação das Aeronaves operadas pela Gol Linhas Aéreas" realizado no próprio SENAI São José/SC e ministrado pela própria Gol em novembro/2009;
- Já foi realizada uma visita técnica na Base Aérea de Florianópolis;
- Nesse ano de 2010, o curso participará das "Olimpíadas do Conhecimento" no Rio de Janeiro, a maior competição de educação profissional das américas, realizada pelo SENAI;
- o curso já recebeu convite para participar da "WorldSkills" em Londres no ano de 2011;
- empresas de transporte aéreo e fabricantes de peças e aeronaves já demonstraram interesse em vir a Santa Catarina ministrar palestras e mini-cursos, com o intuito de conhecer de perto o trabalho realizado pelo SENAI São José/SC.

Bom, o curso já é uma realidade e as expectativas são ótimas. Para quem quiser mais informações, acesse: http://www.sc.senai.br/

Abraço,

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Leitura rápida...

Caution Warning!!!
A rotina da equipe de manutenção de aviões...


O piloto torce o nariz e, no fim do vôo, aponta no diário de bordo a pane surgida. Ela não permitirá que a aeronave decole enquanto não for sanada.

Mas a aeronave tem que decolar, avião não é feito para ficar no chão. Quando fica “groundeado” é triste de ver, a máquina precisa e quer voar. Entra então em ação a manutenção, em um misto de técnica e de intuição apurada. Existem mecânicos que, misteriosamente, olham para uma pane e, com um raio-x (só pode ser), dizem taxativamente para abrir a janela de inspeção,que algo anormal será encontrado, mesmo que todos digam que não pode ser lá que algo estranho está a cheirar. Com a experiência nas veias dizem o que deverá ser realizado para solver o problema.

Dizem ainda que duas cabeças devem pensar melhor que uma. Por isso, quando em duplas a manutenção deve agir de forma harmônica e única, debatendo e às vezes ‘brigando’ de forma a aceitarem as sugestões mútuas, empregando, assim, o remédio correto prescrito no Manual de manutenção, sempre tomando o cuidado de não deixar que o horário da decolagem e a pressa sobreponham a segurança de vôo.

Por isso preceitos básicos como o atento seguimento dos procedimentos estabelecidos são necessários, pois do contrário quando menos se esperar algo será esquecido. Um duplo-check pedido a um parceiro é extremamente bem-vindo, pois, acostumamos com a cena da atividade e aquele algo de ‘diferente’, acaba passando por despercebido aos olhos do executante o que é mais difícil de ocorrer a quem, não estando na mesma atividade, olha com a vista descansada, conferindo involuntariamente.

Atividade terminada, kit de ferramentas completo, teste operacional OK, assinatura no papel. Pronto. A aeronave na rampa para o próximo vôo.
Full Power!!! Rotate!!! Sai do chão. É agora que o trabalho é posto à prova, os trens guardam... não houve falhas pois não são sequer admitidas. Continua subindo. Vai proporcionar mais um negócio fechado, mais uma viagem a algum paraíso ou uma saudade deixada ou a ser resolvida no destino.

Dizem que avião no ar, mecânico no bar... mas como a jornada não acabou, tem mais algumas panes para serem exterminadas no restante da frota, que também quer voar.

Li este texto no excelente site www.airline.com.br - texto de Rafael Peres

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

SENAI/SC São José abre turmas para pilotos.








Todos sabemos que, ao natural, voar ainda é uma exclusividade dos pássaros. Pois bem, o homem criou diversas maneiras de invadir os céus. Inventou o avião, o helicóptero, o pára-quedas, a asa delta, o foguete espacial, entre outros equipamentos, e mudou a forma de vencer distâncias, de se sentir livre, de ver o mundo. No entanto, para satisfazer o desejo de tirar os pés do chão firme, é preciso informação, treinamento, prática e, claro, uma licença, algo que só um curso de pilotagem pode fornecer. Algo fora do alcance de grande parte dos interessados. Mas, ao contrário do que pensa a maioria, essas aulas não estão mais ao alcance apenas dos muito ricos.

Popularizar a prática do voo com qualidade na formação e com mensalidades plenamente acessíveis é uma das metas do curso de piloto privado que o SENAI/SC – São José iniciará no próximo mês. A instituição, que já conta com o Curso Técnico de Manutenção de Aeronaves, extremamente elogiado por todas as parcelas do setor aéreo, agora amplia seu nicho de formação de mão de obra qualificada com a implantação de cursos de piloto de avião e de helicóptero, incluindo os cursos de piloto privado, civil e IFR. No SENAI/SC São José, onde a parte teórica do curso será ministrada, o aluno contará com uma estrutura ímpar, a mesma que os alunos do curso de mecânico de avião já contam. Já a parte prática do curso será realizada em parceria com o Aeroclube de Santa Catarina, situado em São José. 

O curso de piloto privado, por exemplo, terá turmas de segunda a sexta e turmas de sábado, com duração máxima de seis meses (parte teórica). A parte teórica inclui as cinco matérias tradicionais: meteorologia, regulamento de tráfego aéreo, navegação aérea, conhecimentos técnicos e teoria de vôo; e ainda, as disciplinas que serão inseridas futuramente pela ANAC nas avaliações: medicina aeronáutica, segurança de vôo e regulamentação da aviação civil. Feito o teste físico, o aluno já poderá iniciar, paralelamente, as aulas práticas. Concluídas as 35 horas de vôo regulamentares, é realizada uma prova prática com um “checador” homologado pela ANAC. Se for aprovado, o aprendiz ganha o brevê de piloto privado, que lhe permite voar com aviões monomotores sobre regras de vôo visual (rios, campos etc). Porém, para explorar a atividade comercialmente, ou se tornar instrutor, o aprendiz terá de fazer o curso de piloto comercial. Nesse caso, o curso prático consiste de 150 horas de vôo, além da parte teórica, que o SENAI/SC São José também formará turmas em breve.
     Finalizando, lembremos que a ANAC está fomentando o setor de qualificação de mão de obra com a implantação de bolsas de estudos. Isso é de grande valia para os interessados em ser piloto, pois boa parte das horas de voo  poderá ser custeada pelo governo; justamente a parte mais custosa em termos financeiros da formação de um piloto.

* Para maiores informações sobre os cursos do SENAI/SC, acessem www.sc.senai.br ou liguem para (48) 33819200 ou 33571750.

* A homologação dos cursos foi publicada no Diário Oficial da União do dia 09/10/2009, seção 1, página 26 (link para o DOU).


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A modernização de aeroportos é salutar nos moldes apresentados?

O meio aeronáutico vem observando uma campanha nacional pela privatização dos aeroportos brasileiros. Na mira, estão alguns dos principais aeroportos do país (Galeão, Viracopos, novo aeroporto de SP, Campos/RJ etc).
O assunto está sendo discutido no primeiro escalão do governo. Os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Dilma Roussef (Casa Civil), a presidência da Anac e da Infraero, são favoráveis à privatização de alguns aeroportos, apoiados e pressionados por alguns governadores de estado. Aliás, tal campanha, teve início com o governador Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, pela privatização do Galeão.
Há “boatos”, de que o futuro da Infraero possa estar na formação de uma outra empresa, com a participação da brasileira Camargo Corrêa, do grupo suíço Unique e do chileno IDC, os dois últimos com experiência na administração aeroportuária. Do outro lado, meio que solitariamente, fazendo oposição à idéia da privatização, esta o Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina).
O argumento do sindicato é bastante vil. – “Apenas doze aeroportos são viáveis financeiramente. É a receita deles que mantém os outros 55 e as demais unidades. No último balanço, a Infraero apresentou um lucro antes das obras nos aeroportos com recursos próprios de R$ 261,2 milhões. O que demonstra a viabilidade orçamentária da empresa, que já soma 35 anos de experiência na atividade. Além do mais, em diversas pesquisas e opiniões de empresas do ramo mundial, a Infraero está sempre entre as melhores gestoras de aeroportos do mundo. Modernizar a infraestrutura aeroportuária brasileira é essencial, mas isso não exige a abertura de um processo de privatizações, entregando importante setor da soberania nacional (altamente rentável, por sinal), muito menos nos moldes que estão sendo desenhados, à iniciativa privada”. Fora isso, temos questões supra-importantes que não são mencionadas pelos idealizadores de tal processo, como por exemplo: segurança e soberania nacional. Para se ter noção, a primeira medida adotada pelo governo americano após o 11 de setembro foi colocar pessoas ligadas ao Estado no controle dos acessos aos seus aeroportos. Por fim, os trabalhadores sustentam que a gestão da Infraero, cada vez mais politizada, seja profissionalizada, com a participação de empregados de carreira, buscando um desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária mais coerente com a Política Nacional da Aviação.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sobre o curso de mecânico de aeronave do Senai/SC




No próximo dia 20, completo 1 mês que estou frequentando o Curso Técnico em Manutenção de Aeronaves do Senai São José/SC. O Senai/SC foi uma das 3 instituições, juntamente com a companhia aérea Gol e a fabricante de aeronaves experimentais Edra, escolhidas pela ANAC para realizarem uma significante reestruturação dos cursos de mecânico de aeronaves. O resultado disso foi o surgimento de uma escola ícone para o segmento e que já está chamando a atenção de todos os participantes desse mercado a nível nacional.
Vejo que diversos fatores foram de grande importância para que o projeto aprumasse para o destino certo:
1) o Senai é uma instituição de altíssimo gabarito, unindo seriedade, credibilidade e capacidade na formação de mão de obra qualificada;
2) o setor empresarial, através da FIESC, está começando a abraçar o projeto, vislumbrando-se, "quem sabe", o surgimento de um pólo aeronáutico na região; e por fim
3) ao grupo de profissionais formado que se responsabilizarão pela formação dos futuros técnicos (mecânicos). Tais profissionais possuem vasta experiência e vontade em ver o setor aéreo maior e melhor.
Pois bem, eu, que sempre fui mais crítico que acrítico, tenho que confessar que depois desses 30 dias iniciais de curso, todas as minhas expectativas foram superadas. Percebo que o que se está montando no Senai São José/SC é algo que propiciará um grande salto de qualidade na formação de mão de obra para o setor aéreo.
Parabenizo aqui, a todos que abraçaram a causa, nas pessoas do diretor do Senai/SC, Sr. Valério Duarte; do empresário César Olsen; e do Coordenador do Curso Técnico de Manutenção em Aeronaves, José Valcir de Souza.
Cabe a nós, alunos, agora abraçarmos de vez essa causa para que o sucesso seja pleno. Estudar, estudar e estudar.

ps: para aqueles que quiserem saber mais sobre o curso, visitem o portal do Senai/SC. www.sc.senai.br

Abs,
Heinz Burda Filho