Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

INSTITUTO GOL É LANÇADO EM BELO HORIZONTE

Em parceria com a Prefeitura de Lagoa Santa, companhia irá promover a capacitação de profissionais no setor da aviação 
(clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PÓLO AERONÁUTICO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE TERÁ PRESENÇA DA LUFTHANSA


Os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, assinaram, na quinta-feira (28), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, memorando de entendimentos com o diretor da Lufthansa Technical Training (LTT), Christoph Meyerrose. O objetivo é estabelecer as bases de cooperação entre o Governo de Minas e a Lufthansa para prestação de serviço e cooperação para formação de mão de obra qualificada para integrar as cadeias aeronáutica e aeroespacial. (clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Manutenção de jatos cresce, mas há gargalo






Falta de espaço em aeroportos congela projetos de três companhias, que somam quase R$ 70 milhões
Alberto Komatsu | De São Paulo
Planos de expansão das empresas que fazem manutenção de jatos executivos e aviões de pequeno porte estão em compasso de espera por causa da falta de espaço nos principais aeroportos do país. Líder Aviação, Oceanair Táxi Aéreo e TAM Aviação Executiva poderiam aplicar em conjunto quase R$ 70 milhões para pelo menos dobrar de capacidade. Isso porque elas têm visto a demanda por reparos crescer até 20% por ano.
O mercado de manutenção está tão aquecido que a TAM Linhas Aéreas, antes da união com o grupo chileno LAN, negociava uma fusão com as maiores do mundo na área de manutenção. A ideia é criar uma empresa independente, mas o surgimento da Latam colocou o plano em banho maria. A Gol também enxerga potencial nesse negócio e pretende oferecer reparos para aviões de outras companhias aéreas, pois só repara sua própria frota. (Ver texto abaixo)
Tanto as empresas de táxi aéreo e revenda de aeronaves, como as de voos regulares de passageiros projetam que a manutenção tem potencial para aumentar sua colaboração na receita. Só a soma do que já foi desembolsado pelas companhias que fazem manutenção de jatos executivos alcança R$ 230 milhões. Juntas, a TAM Linhas Aéreas e a Gol já aplicaram quase R$ 300 milhões em seus centros de manutenção.
As empresas de aviação executiva reclamam da escassez de áreas para ampliar suas bases de manutenção, que têm de estar em aeroportos para o recebimento e entrega da aeronave reparada. "Hoje enfrentamos uma grande dificuldade que é a falta de espaço nos aeroportos", afirma a superintendente da Líder, Júnia Hermont.
A Líder investiu o equivalente a R$ 183 milhões para ter sua atual estrutura de reparos em aeronaves, setor que responde por 10% do seu faturamento. A companhia quer dobrar sua capacidade atual de reparos mensais em 45 aeronaves (jatos e helicópteros) para 90 unidades, com investimento de R$ 51 milhões.
A empresa tem bases de manutenção em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. A Líder faz fretamento de jatos e helicópteros e venda de aviões da Hawker Beechcraft Corporation.
A Oceanair Táxi Aéreo, representante dos jatos da Bombardier, investiu R$ 34 milhões para ter sua estrutura de manutenção nos aeroportos de Congonhas e de Sorocaba (SP). O diretor comercial da empresa, José Eduardo Brandão, estima que seriam necessários mais R$ 8,5 milhões para expandir a capacidade atual, de 40 aeronaves reparadas por mês. "Os aeroportos estão sobrecarregados. Por isso, não conseguimos crescer em manutenção", diz Brandão.
A TAM Aviação Executiva, que não faz parte da Latam, planeja um investimento de R$ 7,5 milhões em um centro de manutenção em Belo Horizonte, no Aeroporto da Pampulha, mas a área ainda está sendo negociada. A companhia já desembolsou R$ 15 milhões na base de Jundiaí, no interior paulista.
O presidente da TAM Aviação Executiva, Fernando Pinho, conta que a área de manutenção é a que mais cresce, em comparação com os fretamentos de voos e vendas de jatos da Cessna e dos helicópteros da Bell.

TAM desenha modelo e Gol quer vender o serviço
Alberto Komatsu/São Paulo
A TAM Linhas Aéreas estima que a manutenção de aeronaves para terceiras companhias tem potencial para representar até 25% do faturamento. A fatia atual é de 13%. No entanto, essa meta só será alcançada quando a área de reparos de aviões se tornar independente e fizer uma fusão ou associação com uma grande empresa desse setor. A execução desse plano, ou não, só será definida após a criação definitiva da Latam, prevista para meados de 2011.
O vice-presidente de manutenção da TAM, Ruy Amparo, informou que antes de ser anunciada a fusão com a chilena LAN no início de setembro, a TAM já conversava com algumas das maiores companhias do mundo na área de manutenção - empresas do porte da alemã Lufthansa e da portuguesa TAP. "Essa plano não foi abortado. Ele estava preparado para decolar e também havia conversas para uma parceria estratégica, mas com a criação da Latam não podemos fazer um 'spin off'", diz Amparo. A TAM já investiu R$ 200 milhões no centro de manutenção em São Carlos, interior de São Paulo.
O diretor de manutenção da Gol Linhas Aéreas, Alberto Castro Correnti, revela que a companhia quer fazer a manutenção para outras empresas aéreas que operem aviões da Boeing, modelos 737 e 767. "Nossa intenção é obter a homologação internacional", diz Correnti. Com esse documento, a Gol poderá oferecer reparos em aviões com matrícula estrangeira.
A TAM está criando uma espécie de condomínio tecnológico em São Carlos. A empresa já atraiu dois fornecedores para o local e tem 22 lotes, de 18 mil metros quadrados cada, para abrigar empresas. Segundo Amparo, elas não precisam ser necessariamente fornecedoras da TAM, mas têm de atuar no segmento aéreo.
A Goodrich Corporation, fornecedora de sistemas e serviços para os mercados aeroespacial, de segurança nacional e de defesa, e a Bella Air, especializada em higienização de capas dos assentos, são as duas fornecedores da TAM que já estão em São Carlos.
A Gol também quer estimular a criação de um polo similar em Confins (MG). A empresa inaugurou sua unidade de manutenção em outubro de 2006, após investimento de R$ 30,5 milhões. Outros R$ 60,5 milhões foram aplicados por lá. Desde então, a companhia só faz a manutenção de suas próprias aeronaves, 108 no total.
"Em parceria com o governo de Minas Gerais, estamos buscando desenvolver um polo industrial", afirma Correnti.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AVIAÇÃO + PROFISSIONAL DO FUTURO + VOCAÇÃO/PAIXÃO + MOTIVAÇÃO = O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO???

- Você viu a reportagem que diz ser o mecânico aeronáutico um dos profissionais do futuro?????
- Você está com dúvidas sobre qual carreira profissional iniciar, ou até mesmo, qual novo caminho profissional começar (o meu caso)?????
- Você gosta da Aviação?????
Bom, caso a primeira resposta seja "NÃO", você poderá ler tal matéria logo abaixo, clicando em "MAIS INFORMAÇÕES".
A segunda pergunta é subjetiva. Cada um tem a sua.
Porém, a terceira precisa de um esclarecimento. - Não basta "gostar" da Aviação. Tem que amá-la.
Explico.
A aviação necessita de pessoas com 3 grandes características:
- dedicação
- responsabilidade
- disciplina
E pode ter certeza que aqueles que apenas "gostam" da Aviação, não prosperarão em carreira alguma, pois é preciso se apaixonar cegamente por ela.
O momento atual para se entrar numa carreira profissional da aviação é muito boa, principalmente na manutenção aeronáutica, uma das mais belas e importantes profissões da sociedade, mas se você não tiver TODAS as características citadas acima, nem tente.
Ahhhh, e tem mais!!!
Se pensares em ganhar muito dinheiro, e rápido, com essa carreira,esqueça!!!!!
Isso mesmo!
Você vai ser cobrado;
Vai ter uma enorme responsabilidade;
Vai ter que seguir rígidas normas;
Não vai ficar rico, etc etc
MAS serás feliz!!!!! E isso só se explicará se tiveres paixão pela aviação. Não bastará apenas "gostar", você terá que amar cegamente.

Vejam o vídeo abaixo onde exaltamos o ato de "Voar". Percebam que, realmente o ato de "Voar” é como “Sonhar", algo sensacional, onde apenas degustamos o momento. "Fazer Voar” é propiciar o sonho. Contudo, para realizarmos/propiciarmos algo, "nunca devemos parar de sonhar".
Durante o voo, apenas degustamos o momento; mas ao trabalharmos para fazer voar, participamos desse momento.
"Voar é mais fácil que fazer voar"

Grande abraço a todos,
Heinz Burda Filho
Para aqueles que quiserem ler a reportagem sobre o profissional do futuro, clique em MAIS INFORMAÇÕES logo abaixo.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Setor Aéreo precisará de até 1 milhão de trabalhadores

A indústria de aviação comercial vai demandar 466.650 pilotos e 596.500 trabalhadores de manutenção, nos próximos 20 anos, para acomodar a forte demanda por aeronaves novas e de substituição, de acordo com a avaliação de previsão da equipe da Boeing. As linhas aéreas precisarão de cerca de 23.300 novos pilotos e 30 mil funcionários de manutenção, por ano, de 2010 até 2029.
A previsão da equipe da Boeing é baseada no Current Market Outlook – estudo da Boeing que reúne as perspectivas da aviação para os próximos 20 anos. “Quando você soma todos os números, você rapidamente entende as questões que a indústria vem enfrentando”, disse Roei Ganzarski, chefe de Atendimento ao Cliente, da Boeing Training & Flight Services. “O nosso desafio é adaptar o nosso treinamento para engajar a futura geração de pessoas que irão voar e manter mais de 30 mil aviões que serão entregues até 2029”.

O maior crescimento de pilotos e pessoal de manutenção estará na região da Ásia Pacífico, com a necessidade de 180.600 e 220 mil profissionais respectivamente. Dentro da Ásia, a China vivenciará a maior necessidade de pilotos e trabalhadores de manutenção – 70.600 e 96.400 respectivamente. A América do Norte irá precisar de 97.350 pilotos e 137.000 profissionais de manutenção. A Europa precisará de 94.800 novos pilotos e 122.000 trabalhadores de manutenção. A África demandará 13.200 pilotos e 15.000 em pessoal dedicado a manutenção. O Oriente Médio precisará de 32.700 novos pilotos e 44,500 funcionários de manutenção. A América Latina precisará de 37 mil pilotos e 44 mil profissionais de manutenção. A Comunidade dos Estados Independentes (CIS) precisará de 11 mil pilotos e 14mil funcionários para manutenção de suas aeronaves.
Fonte: Portal Panrotas

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"- O SENAI e o prof. Valcir orgulham a aviação nacional." Prof. Fernandes.


Para quem não conhece o Prof. Fernandes, sugiro acessar o blog dele (http://fernandes-aerobrasil.blogspot.com/) que logo entenderão a importância e a credibilidade que tem uma opinião sua sobre a aviação.

Quando há exatos 12 meses atrás resolvi criar um blog, me espelhei no blog Aerobrasil (do Prof. Fernandes) e de outro amigo "virtual", o Lito (blog Aviões e Músicas). São dois ambientes que demonstram o real "mundo" da manutenção aeronáutica e o desejo que seus autores têm de verem uma evolução profissional cada vez maior no setor. Melhor dizendo, nas próprias palavras do Prof. Fernandes, "defendendo a integridade profissional da aviação civil brasileira". 

Como aluno ainda, pretendi e pretendo com esse blog, encontrar uma forma de "arquivar" e registrar os assuntos mais importantes ligados à manutenção, sob o ponto de vista de um mero aluno. E consequentemente, dividir isto com todos os entusiastas do setor.

Pois bem, voltando a afirmação de Fernandes, reproduzo abaixo todas feitas por ele aqui nesse mesmo blog, no espaço ao lado, no campo "DEIXE SEU RECADO".


"Fernandes: Estive em Florianópolis e visitei o SENAI São José, vocês estão de parabéns. Quando cheguei lá me senti em uma escola que conheci perto da Boeing em Seattle, as instalações me fizeram lembrar isso.


Fernandes: O SENAI e o prof. Valcir orgulham a aviação nacional.

Fernandes: Os instrutores do curso de MMA do SENAI possuem grande Know How sobre manutenção e os alunos devem aproveitar bastante esses conhecimentos,pois é raro reunir pessoas com essas qualidades em um único grupo de trabalho."
______________________________________________________________

Bom, o que tenho a falar????
Para quem não leu, releia por favor, e para quem já leu, relembre:

E agora???
Pois é, de nada adiantará o SENAI e o grupo de profissionais (professores e colaboradores) se esforçarem em propiciar uma infraestrutura excelente ao corpo discente (alunos), se estes não se esforçarem ao máximo para aproveitar tudo oferecido. Repito o que aqui já disse: "Num processo de transferência de conhecimento, de modo geral, 50% depende da instituição de ensino e os outros 50% dependem do aluno."

Tem muito aluno querendo tudo "mastigadinho", tudo "facilzinho", tudo "simplesinho", tudo "em portuguêsinho" etc etc ... sem contar que tem muito aluno que "demora demais" para entender o TAMANHO DA SERIEDADE E DA RESPONSABILIDADE que são exigidas na aviação. Esses alunos, contribuem com zero por cento, naquele cálculo de processo de conhecimento fifty-to-fifty e, por um simples cálculo matemático, em nada aproveitarão essa oportunidade de estarem estudando numa das melhores escolas de aviação civil do país.

Mas também tenho ciência que esse grupo de alunos é a minoria. A grande parte dos aprendizes está estudando e se preocupando cada vez mais em se inserirem no mercado de trabalho com um nível de qualidade que faça jus ao setor aeronáutico. Claro que, caso isso seja alcançado e o próprio mercado reconheça essa qualidade, isso será como um retorno positivo ao grande trabalho idealizado pelo Sr. Valcir, apoiado pelo Sr. Olsen e abraçado pelo SENAI São José/SC, na pessoa do Sr. Diretor Valério. 

Principalmente, será muito importante para mim, demonstrar ao Sr. Prof. Valcir, que toda a sua luta, seu desgaste, sua "política", sua "auto-motivação", e por que não, suas tristezas, não foram em vão. Assim como eu, muitos querem mostrar a ele o quanto valeu a pena passar por tantas "poucas-e-boas" para que um projeto "maluco" (para muitos) fosse transformado num curso de grande qualidade. Claro que sei identificar que ele pôde e ainda pode contar com um grupo extremamente qualificado de professores. Não é qualquer escola que possui:
- Prof. Gustavo (mais de 30 anos de aviação, chegando a trabalhar com as aeronaves que transportavam o Presidente da República);
- Prof. Queiroga (quase 30 anos de aviação, entre asas rotativas e asas fixas);
- Prof. Flávio (militar especialista aeronáutica e formado em direito. O cara que conheço que mais entende de normas e regulamentos da aviação);
- Prof. Rogério Bittencourt "Cegonha" (cara, esse maluco tem uma baita experiência na aviação civil. Electra, Europa, Africa, B727, etc);
- e mais... Prof. Rogério da BAFL, Prof. George, Prof. Christian,...
não vou conseguir citar todos........ sem contar o corpo docente do curso de pilotos..... também do mesmo nível, sensacional.

Ééé, essa galera aí, "comprou a briga" com o Valcir e ....

... e declarações com aquele teor, de pessoas como o Prof. Fernandes (profissional da TAP), já demonstram que a qualidade que a aviação civil deseja, o SENAI, o Valcir e os professores poderão e deverão oferecer.


Observações para leitores que se interessam em saber mais informações sobre o curso no SENAI:
- site do SENAI daqui: http://sc.senai.br/
- pesquisem no meu blog sobre o curso, que encontrarão muitos detalhes.
- já há alunos de outras cidades do Brasil que estão fazendo o curso aqui.
- novas turmas sempre no início de cada semestre.
- extra-oficial: pelo que sei, outras unidades do SENAI no Brasil estão montando esse mesmo curso. As mais adiantadas, Goiânia e Recife.
- quaisquer dúvidas, mandem-me por e-mail ou deixem um recado ao lado, na caixa de diálogos do blog.

Abraço e sucesso a todos,
Heinz S. Burda Filho
aluno PP/MMA-Aviônicos
SENAI São José/SC
hangardoheinz@yahoo.com.br

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"No momento em que o mecânico te assegura que o avião não tem problemas, você acredita e está colocando sua vida nas mãos dele" (Marcos Pontes)

Florianópolis, 18.8.2010 – Ex-piloto de caças, o astronauta brasileiro Marcos Pontes sempre teve que confiar na manutenção dos equipamentos nos quais voou. “No momento em que o mecânico te assegura que o avião não tem problemas, você acredita e está colocando sua vida nas mãos dele”. Os mecânicos de aviação precisam inspirar especialmente confiança para a tripulação e passageiros. Mas existem outras competências tão importantes que devem ser contempladas nos cursos que formam esses profissionais. É por isso que o ex-aluno do SENAI e hoje diretor técnico do Instituto Nacional para o Desenvolvimento Espacial e Aeronáutico resolveu dar um rasante em suas origens e está em Florianópolis discutindo o perfil dos profissionais de mecânica de aviação.
O debate ocorre no comitê técnico setorial que o SENAI está promovendo até quinta-feira, no Hotel Mercure, no Bairro Itacorubi, em Florianópolis, com a participação de companhias aéreas, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), entidades de classe e outras instituições de ensino. “O mecânico de aviação é um profissional extremamente importante, que faz falta e vai fazer mais falta ainda no Brasil já que o mercado está crescendo bastante”, afirma Pontes.
A engenheira e mecânica de aviação Giovanna Simões, responsável pela área de manutenção da Tam, observa que a iniciativa do SENAI de criar o primeiro curso de mecânica de aviação e, agora, de promover o Comitê Técnico Setorial pode ajudar a sanar uma deficiência que o país tem. “Temos cursos muito generalistas ou cursos isolados que não dão a carga necessária para atuar na aviação”. Segundo ela, o grande benefício vem da proposta de formar, em qualquer lugar do Brasil, profissionais de maneira padronizada. A participação das empresas tem exatamente o propósito de ouvir as necessidades do mercado.
O empresário catarinense e diretor da FIESC César Olsen, de Palhoça, foi o idealizador do primeiro curso de mecânica de aviação do SENAI no Brasil, defende o modelo adotado em Santa Catarina, que aproveita as competências que estão na reserva da Força Aérea. “São profissionais ávidos para repassar os conhecimentos que têm”, afirma.
O programa de capacitação de mecânicos de aviação do SENAI foi criado em meados de 2009, em São José, na Grande Florianópolis, e forma profissionais em três cursos técnicos – aviônicos (que cuida da parte eletrônica), célula (que cuida da fuselagem) e motopropulsão (especializado em motores aeronáuticos). O curso tem duração de dois anos. O primeiro ano é comum aos três cursos e, no segundo, os alunos se especializam num das áreas. Os alunos podem, se quiserem, obter as três formações num total de quatro anos de estudos.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Sistema FIESC

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

EVENTO DISCUTIRÁ O PERFIL DO MECÂNICO DE AVIAÇÃO

Florianópolis, 16.8.2010 - O astronauta brasileiro Marcos Pontes será um dos participantes do Comitê Técnico Setorial que o SENAI de Santa Catarina organiza para a definição do perfil do mecânico de aviação desejado pelo mercado de trabalho. O evento será realizado de terça a quinta-feira (17 a 19), das 8h30min às 17 horas, no Hotel Mercure Florianópolis Convention (no bairro Itacorubi). Estarão presentes também representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), das companhias aéreas Gol, TAM, Trip, TAP, Avianca e Líder, da fabricante de helicópteros Edra, do Sindicato dos Aeronautas e da Escola de Especialistas em Aeronáutica.
Marcos Pontes conheceu curso de mecânica de aviação do SENAI/SC
 durante Olimpíada do Conhecimento, em março, no RJ
Os comitês técnicos setoriais foram criados pelo SENAI para alinhar as competências geradas em seus cursos ao perfil dos profissionais desejados no mundo do trabalho. Após as discussões com as empresas, entidades de classe e outras instituições de ensino, o SENAI faz o desenho curricular, que atenderá as necessidades levantadas pelos comitês. O perfil do mecânico de aviação a ser estabelecido nos próximos dias em Florianópolis valerá para os cursos da área do SENAI na Grande Florianópolis (atualmente os únicos da instituição no país) e outros que devem ser criados, tendo em vista que alguns estados já manifestaram interesse de criar os cursos. A formação de mecânico de aviação do SENAI de Santa Catarina é realizada em três cursos técnicos - de aviônicos (que cuida da parte eletrônica), célula (a manutenção da estrutura dos aviões, fuselagem, células, ar, pressurização, etc.).
Em 2010, em todo o país, o SENAI está definindo cerca de 20 itinerários de educação profissional - que compreende a identificação do perfil e o desenho curricular. O SENAI de Santa Catarina coordena três itinerários - as áreas de informática, telecomunicações e mecânica de aviação. Dos 15 cursos que serão debatidos no Estado, seis já tiveram a reunião com as empresas.
O modelo gera grande interesse da ANAC, que estabelece um currículo mínimo para homologar os cursos. "Com certeza o SENAI vai avançar em relação ao currículo mínimo", afirma o especialista em regulação de aviação civil, Clécios Vinícius Batista e Silva, um dos representantes da ANAC no comitê. "É a primeira vez que temos cursos de mecânica de aviação oferecidos por uma instituição de ensino de âmbito nacional; e ela busca estabelecer uma base de conhecimento e de currículo para todos os cursos que possa oferecer no país", salienta.
Fonte: Portal FIESC.net

domingo, 4 de julho de 2010

TAP MAINTENANCE E ENGINEERING BRASIL INICIA PROGRAMA DE ESTÁGIOS 2010



 Com o objetivo de desenvolver jovens talentos para formar uma mão-de-obra própria, qualificada, a médio e longo prazos, a TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A. inicia, hoje, seu Programa de Estágio 2010, intitulado “Primeiro Passo”, com a divulgação das 100 primeiras vagas em seu Site (www.tapme.com.br) e em cursos e universidades conveniadas, do Rio de Janeiro e Porto Alegre. (CLIQUE AQUI PARA CONTINUAR LENDO)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Helicópteros abastecem plataformas marítimas.

A Petrobras e a OGX, do grupo EBX, montaram bases de helicópteros no aeroporto de Cabo Frio, no norte fluminense, para transportar funcionários entre terra e plataformas que fazem prospecção de petróleo na Bacia de Campos. No total, cerca de 300 pessoas por dia viajam nos helicópteros para embarcar nas plataformas ou voltar para casa, no continente.
A administração do aeroporto de Cabo Frio acredita que o movimento de passageiros das duas petroleiras pode criar demanda adicional para empresas de aviação. Atualmente, parte dos funcionários que desembarcam dos helicópteros em Cabo Frio continuam viagem para casa via rodoviária, diz Jorge Schettini, administrador do aeroporto. A Petrobras construiu no local um terminal para embarque e desembarque dos passageiros dos helicópteros.
A TAM vai começar a operar, a partir de 1º de julho, uma primeira frequência entre os aeroportos de Congonhas (SP) e Cabo Frio. A empresa informou que os voos, operados com aeronaves Airbus A319 com capacidade para 144 passageiros, vão sair às quintas-feiras e domingos e farão escala no aeroporto Santos Dumont, no Rio. Segundo a empresa aérea, o início da operação busca incentivar a rede hoteleira da região de Cabo Frio, onde há projetos de novos resorts. A ação da TAM também pretende diversificar os destinos oferecidos pela empresa.
A Trip já voa a partir de Cabo Frio para Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto (SP), Campo Grande (MS), Ribeirão Preto (SP), Porto Seguro (BA) e Uberlândia (MG). Schettini diz que na temporada de verão há voos regulares para Cabo Frio desde a Argentina, Chile e Uruguai. Em 2009, passaram por Cabo Frio 21,4 mil passageiros, queda de 21,5% sobre 2008. No ano passado, o aeroporto recebeu 3.029 aeronaves de passageiros, abaixo das 3.509 de 2008.
Ricardo Valentim de Azevedo, coordenador de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca de Cabo Frio, afirma que o aeroporto é quem mais contribuiu com ISS para o município. Em 2009, a arrecadação de ISS com a operação do aeroporto chegou a R$ 1,7 milhão, segundo a operadora Costa do Sol.
Fonte: Jornal Valor Econômico                                 Foto Ilustrativa: sealinspection.com.br

terça-feira, 4 de maio de 2010

EMBRAER NOMEIA TAP MANUTENÇÃO E ENGENHARIA CENTRO DE SERVIÇOS AUTORIZADO NO BRASIL

    
Em cerimônia realizada nesta segunda nas instalações da TAP M&E Brasil (TAP Manutenção e Engenharia Brasil), em Porto Alegre, RS, a Embraer anunciou a qualificação desta empresa como centro de serviços autorizado no Brasil (Easc - Embraer Authorized Service Center). O evento contou com a presença de representantes das empresas aéreas Azul, Passaredo e Trip, e da FAB (Força Aérea Brasileira). Todos estes clientes serão beneficiados diretamente pelo acordo, válido para as aeronaves comerciais fabricadas pela Embraer.

“Temos muito orgulho em anunciar esta parceria com a TAP M&E Brasil para servir aos nossos clientes, ampliando os serviços de manutenção aeronáutica das aeronaves da Embraer no país”, disse Luiz Hamilton Lima, diretor da Embraer para a América Latina – Aviação Comercial. “Este é um importante passo para aprimorar o atendimento à nossa crescente base de clientes brasileiros, oferecendo atendimento rápido e eficiente, com serviços de alta qualidade.”

As aeronaves fabricadas pela Embraer em operação no Brasil, incluindo os E-Jets da Azul e da Trip e os jatos regionais ERJ 145 da Passaredo e da FAB, contarão com a base da TAP M&E Brasil em Porto Alegre para realizar serviços de manutenção. Com cinco hangares homologados ocupando 12.500 metros quadrados, a unidade é capaz de atender, ao mesmo tempo, seis jatos comerciais de médio porte.

“Consideramos a nomeação grande conquista para nossa empresa”, comenta Nestor Mauro Koch, presidente da TAP M&E Brasil. “Já prestamos serviços em aeronaves Embraer há 34 anos e essa nomeação vem coroar esse relacionamento. A TAP M&E Brasil é a única empresa de manutenção aeronáutica na América Latina certificada para realizar serviços em todas as principais famílias de jatos comerciais do mundo e isto nos permite oferecer grande flexibilidade aos nossos clientes. Vamos envidar todos os nossos esforços para que essa parceria seja vencedora.”

Fonte: Embraer (lido na Pousada Congonhas)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A aviação precisará de mais aeronaves ... e ... tais aeronaves precisarão de manutenção!!!


Brasil precisará de mais de 500 novas aeronaves nos próximos 20 anos
A Airbus estima que as companhias aéreas brasileiras vão precisar de 510 novas aeronaves de passageiros com mais de 100 lugares até 2028 para suprir a demanda do crescimento do tráfego aéreo e também para a reposição de aeronaves. Além disso, espera-se que o crescimento do tráfego aéreo na América Latina ultrapasse a média global nos próximos 20 anos, com a liderança regional do Brasil na demanda por aeronaves.


*** para continuar lendo a matéria, clique em "MAIS INFORMAÇÕES"***

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Falta de pilotos pode travar setor aéreo em dois anos



Há tempos o país enfrenta dificuldades para recrutar pilotos de aviões comerciais, devido ao número reduzido de pessoas que se profissionalizam para exercer esta tarefa. Com o crescimento projetado para o turismo do Brasil, que está às vésperas de sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, o setor aéreo tende a entrar em colapso em, no máximo, três anos.

Entre 2007 e 2009, a média de licenciamento de novos pilotos comerciais de linhas aéreas foi de 373 profissionais por ano. Esse número é suficiente para atender apenas 62 novas aeronaves, de acordo com especialistas ouvidos pelo R7. TAM, Gol e Azul, juntas, absorveriam pelo menos 70% desse total, considerando o número de aviões que elas compram a cada ano.

Isso porque é preciso ter 12 pilotos por avião em uso no país, para que se formem seis duplas por aeronave, entre piloto e copiloto. Esse arranjo é necessário porque ambas as categorias profissionais têm limites de horas para voar.

Nesse cenário, sobraria menos de um terço dos formandos para atender todo o restante do mercado, que inclui as outras empresas que precisam repor seus quadros devido à aposentadoria de seus pilotos, companhias aéreas internacionais e novatas como Webjet e OceanAir.

O número é considerado “irrisório” pelo diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano.

- Vai faltar piloto daqui a dois ou três anos. Não tem piloto para mais ninguém.

Custo caro afasta interessados
Um dos principais empecilhos para quem quer ser piloto é o preço do curso. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informa que o investimento necessário para este tipo de formação vai de R$ 14 mil a R$ 70 mil.

O superintendente de capacitação e desenvolvimento da agência, Sidney Nogueira, afirma que formar um piloto é certamente o processo que mais exige investimento financeiro de um aspirante à profissão.

- Sem contar que o candidato também precisa reunir outras habilidades e características bem específicas, como ter boa visão, boa audição e reflexos apurados. Por isso é que esta é provavelmente a área da aviação civil em que a oferta de profissionais é mais escassa.

Graziella Baggio, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), conta que realmente as vagas mais procuradas são de pilotos e de comissários. O problema, segundo ela, é que os cursos são “extremamente caros e longos”.

Fonte: R7

*** em 08 de maio o SENAI/SC abrirá novas turmas para o curso de piloto PP. Informações clique aqui.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Boa notícia.


Gol vai fazer manuntenção em frota de terceiros




A companhia aérea Gol pretende aumentar sua receita prestando serviços de manutenção de aviões para empresas estrangeiras em seu Centro de Manutenção de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A companhia inaugurou nesta quinta-feira (18) a expansão da unidade, que passou a ter capacidade instalada para fazer a manutenção de até 120 aeronaves por ano.

Com uma frota atual de 109 jatos, a Gol deverá ter capacidade ociosa no centro pelos próximos cinco anos. Por isso, a meta é prestar serviços para terceiros.

Segundo o presidente da companhia, Constantino Oliveira Jr., o início dos serviços para empresas estrangeiras depende de uma certificação do FAA, órgão americano que cumpre as mesmas funções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A previsão é de que ainda leve um ano para que a Gol obtenha essa certificação.

A empresa investiu R$ 65 milhões para ampliar a capacidade instalada do Centro de Manutenção construído em 2005. Foram dois anos de obra. O centro é hoje o maior do País e um dos maiores da América Latina.

Fonte: Jornal do comércio

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mulheres se destacam na equipe de manutenção da TAM.

ELAS NÃO TÊM MEDO DE COLOCAR A MÃO NA GRAXA.


Lênia Froes, 34 anos, é uma mulher vaidosa, cuida dos cabelos em salão especializado aos sábados e tem como diversão praticar dança do ventre.








Ana Fernandes do Nascimento, 25, também vaidosa, pinta os olhos para ir trabalhar. No fim de semana é goleira de um time de hóquei.

Sílvia Aparecida Lopes, 36, como a maioria das mulheres casadas e que passam o dia no trabalho, usa salto baixo para não machucar os pés quando corre para buscar o filho na escola antes de ir para casa cuidar da da família.

As três passam o dia juntas com uma responsabilidade de dar medo a muito marmanjo. Lênia é eletricista e Ana e Sílvia mexem com motores. Poderiam ser mecânicas comuns, se não fossem especializadas em jatos.

As três fazem parte do quadro de funcionários da oficina da TAM Aviação Executiva no aeroporto de Jundiaí. Cuidam do patrimônio (e da segurança lá em cima) de gente responsável por boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Quando um piloto questiona se foi uma mulher que mexeu no avião dele, finjo que não ouço”, diz Lênia.

Das três (aliás, outras duas mulheres fazem parte do time de mecânicos da TAM em Jundiaí), somente Ana não tem a aviação enrraizada na família. Lênia é filha de um ex-mecânico da Força Aérea norte-americana e Sílvia, irmã de um oficial da FAB (Força Aérea Brasileira).

Ana, a pioneira da família, se interessou pela profissão ao terminar o ensino médio e iria se matricular em um cursinho pré-vestibular para tentar entrar em alguma faculdade de engenharia aeronáutica.

“Mudei de ideia quando vi um anúncio de jornal sobre curso técnico em mecânica de aviões”, afirma.

As três são capazes de montar e desmontar um avião inteiro. Lênia e Ana atualmente estudam para aprender a pilotar.
“Isso será importante para entendermos qual a reclamação do piloto lá em cima”, afirma Lênia.

Secretária pediu para ir à oficina
Sílvia Aparecida Lopes trocou o cargo de secretária executiva da diretoria de uma empresa especializada na manutenção de helicópteros pela oficina da companhia. Hoje, ao invés de saia ou terninho, calça os mesmos sapatos de segurança dos demais mecânicos homens e faz questão de afirmar que nunca deixará sua vaidade feminina de lado por isto.

“Numa transferência na empresa, fiquei mais próxima da oficina, peguei gosto e fui estudar”, explica.

Sílvia está há pouco mais de três meses na TAM. Começa a se familiarizar com jatos executivos, mas para quem até recentemente trabalhava com a complexidade de um helicóptero, já ganhou respeito do restante da equipe.


Mulheres são mais detalhistas
O gerente de manutenção da TAM em Jundiaí, Gílson Burman, acha que a presença de mulheres na oficina fortalece o trabalho da equipe.

“Elas são mais detalhistas, cuidadosas”, afirma. “Mas ainda são poucas, menos de 5% do quadro de mecânicos. Poderia ser mais”, diz.

E são detalhistas mesmo. Lênia decorou sua caixa de ferramentas com pequenos adesivos da personagem Hello Kitty – não dá para confundir seu material com o dos grandalhões da oficina.

Lênia cuida de toda a parte elétrica dos jatos. É responsável, por exemplo, pelo sistema que avisa o piloto sobre a presença de montanhas à frente. E garante nunca ter desistido ao encontrar um parafuso apertado. “É questão de jeito, não força.”

Ana, no dia da entrevista (depois após a derrota do Corinthians para o Santos), evitava falar de um de seus assuntos preferidos com os mecânicos da empresa. “Meu time perdeu.” E lá foi ela voltar para uma de suas turbinas.

Fonte: lido no Blog 12 horas (Agência Bom dia, por Fábio Pescarini)


*** Aqui posto uma foto da aluna Karyna, da turma de Aviônicos do Senai São José/SC. Uma das representantes femininas no curso de mecânico de aeronaves.











segunda-feira, 15 de março de 2010

Senai São José/SC na Olimpíada do Conhecimento no Rio de Janeiro

AeroBrasilLeiam o relato de um profissional do setor de manutenção aeronáutica que esteve visitando o estande do Senai/SC durante as "Olimpíadas do Conhecimento". Autor de um blog extremamente interessante para todos que estão iniciando os estudos para uma carreira na aviação, Fernandes utiliza seu espaço virtual para debater questões simples e delicadas do setor aeronáutico que merecem tratamento especial pelas autoridades no tocante à mão de obra qualificada, mercado equilibrado e segurança de voo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Helipontos partem para fretamento e vendas


Frota nacional é de 1288 helicópteros e deve crescer em 2010




Dois centros de serviços de helicópteros, o Helicentro, um dos mais antigos de São Paulo, fundado em 1994, e o Helipark, inaugurado em 2002, planejam mudar seu perfil. Atualmente focados em manutenção e hangaragem (estacionamento), que respondem por quase 100% de suas receitas, agora se preparam para vender e operar helicópteros. As perspectivas do setor, também animam companhias de maior porte, como a Líder Aviação, que está investindo US$ 110 milhões até o final de 2010 para ampliar a frota que atende a indústria do petróleo.