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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Entendendo o Piloto Automático (by Contato Radar)


Fonte: Contato Radar (Por: Eng. Rodrigo Bertoli Rocha)

O piloto automático é hoje em dia o principal automatismo presente em aeronaves comerciais. Desde as formas mais simples até as formas atuais, mais elaboradas, o P.A. (também assim denominado) reduz consideravelmente a carga de trabalho do piloto, possibilitando ao mesmo se concentrar em outros ítens igualmente importantes do vôo. *** clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo***

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

RADARES, SEUS SISTEMAS E SUA EVOLUÇÃO - 1st post

Muitos já se depararam com a sigla AESA. Pois a mesma é abreviação de ACTIVE ELECTRONICALLY SCANNED ARRAY, ou seja, "varredura eletrônica ativa". E são os radares que estão em grande evolução no momento.

Iniciaremos uma sequência de estudos sobre radares.Logicamente vamos aos poucos e de modo que todos que entendam.

Seus princípios básicos, sua história e seus sistemas.
Para inicio veja o vídeo (através do link abaixo) e até a próxima. TO BE CONTINUED...

Abraço a todos,
Castilhos
Aviônica
SENAI São José/SC

Obs: Caríssimos leitores, inicia-se hoje uma série de postagens de autoria do nosso amigo Castilhos. O primeiro assunto que ele escolheu abordar é: "Radares - seus sistemas e sua evolução". Para começar ele inicia citando a tecnologia moderna, mas sugiro que acompanhem essas postagens, que com certeza virão excelentes informações com uma riquíssima gama de conteúdo. Ahhh, participem com perguntas e sugestões sobre o tema....

*** para ler a segunda postagem CLIQUE AQUI.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

REVOLUÇÃO DIGITAL NA AVIAÇÃO (artigo muito interessante)

A Revolução Digital
Estamos entrando em uma fase de transição entre a aviação dita romântica e a aviação digital. A aviação sempre conheceu as novas tecnologias primeiro, mas... (clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo o artigo)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Boeing inventa sistema para detectar turbulência invisível


Quem já experimentou turbulência a bordo de um avião sabe o quanto essa experiência é inesquecível - infelizmente, em um sentido muito traumático.
O que poucos sabem é que as turbulências não acontecem somente em meio a tempestades e nem mesmo são restritas a "condições atmosféricas adversas".
Um dos maiores problemas da aviação são justamente as... (clique em MAIS INFORMAÇÕES para continuar lendo)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

EMBRAER inicia testes de comandos de voo dos Legacy 450 e 500


EMBRAER anunciou o início dos testes do sistema de comandos de voo fly-by-wire de seus novos jatos executivos em desenvolvimento, os Legacy 450 e 500.

As avaliações estão sendo realizadas em uma bancada de ensaios conhecida como Iron Bird, nome que traduzido para o português significa "pássaro de ferro", pois o equipamento é um esqueleto da aeronave representado por seus sistemas integrados.

Contando com uma cabine de pilotagem totalmente equipada com os sistemas da aeronave real, o Iron Bird integra em uma única bancada equipamentos e componentes do sistema eletrônico de voo fly-by-wire, sistema aviônico, hidráulico e demais interfaces dos dois jatos.

Além disso a plataforma pode ser conectada ao controle digital do motor (FADEC, na sigla em inglês) e ao sistema elétrico, que possuem bancadas de ensaio próprias.

"A EMBRAER atingiu hoje uma importante etapa do programa Legacy 450/500 e eu gostaria de dar os parabéns à nossa equipe por esta conquista", disse o Diretor de Engenharia da EMBRAER, Aviação Executiva, Humberto Pereira. "O Iron Bird é uma importante bancada de ensaios para o desenvolvimento do fly-by-wire, pois permite a validação de determinados sistemas integrados e contribui para aumentar a maturidade da aeronave por ocasião da entrada em serviço."

O desenvolvimento dos novos jatos executivos da EMBRAER segue assim dentro do cronograma, que prevê o início dos testes em voo com o Legacy 500, o primeiro deles a decolar, no segundo semestre de 2011.

Fonte: Site Aegoes, lido no Grupo 12 horas.Aéreo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Boa discussão - Tecnologia X Segurança X Homem

Pessoal, uma boa discussão ressurgiu nesses dias.
Recomendo a leitura da matéria abaixo e depois acessem esse link, lá do blog do Lito (aviões e músicas) onde a discussão se tornou muito interessante.
Se quiserem manifestar-se também por aqui, vão em comentários/participações.
Opinarei por lá tb.

Grande abraço,
Heinz

MATÉRIA:  Empresas querem avião sem copiloto. (clique em MAIS INFORMAÇÕES  para ler a matéria)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

REDUNDÂNCIA DE SISTEMAS = SEGURANÇA x ECONOMIA x TECNOLOGIA

Não é preciso enfatizar como a segurança é levada a sério nesse ambiente. O Boeing 747 foi lançado por volta de 1970. Na época, era o maior jato comercial de passageiros, levando mais de 450 pessoas a bordo. A tecnologia disponível então limitava o tamanho do motor a uns 23.000 quilos de empuxo - O maior motor existente no mundo à época. Era preciso ter quatro desses motores para alcançar a potência necessária à decolagem.
Considerando-se a confiabilidade dos motores naquele tempo, esse nível de redundância foi considerado adequado para voos transatlânticos. O tempo e a tecnologia evoluíram e chegamos , por exemplo, ao triple seven
O Boeing 777 é hoje o maior jato bi-reator. Variantes do 777 com fuselagem um pouco mais comprida, e com envergadura maior, transportam um número equivalente de passageiros por distâncias semelhantes à de certas versões do 747. Algumas companhias aéreas estão substituindo os 747s por 777s. O motivo é o de sempre: economia.
Acima veja o comparativo do motor de um B-777 com um B-737.
A tecnologia de hoje permite construir motores de até 50.000 quilos de empuxo (A indústria aprendeu muito sobre metalurgia e confiabilidade nestes últimos 30 anos). Para enfocar os motores a jato, o diâmetro da nacelle do 777 é pouca coisa maior do que o diâmetro do corpo de um 737, um avião que leva fileiras de seis passageiros lado a lado! Dois motores modernos consomem menos combustível, são mais confiáveis e precisam de menos manutenção do que quatro motores mais antigos. Quando o 777 foi lançado, recebeu o certificado ETOPS (Extended Twin Engine Operations – operação estendida com dois motores), o que significa poder voar o avião até 3 horas consecutivas com um só motor, enquanto se dirige a um campo alternativo para pouso de emergência. Depois disso, o 777 já foi certificado para os mais longos vôos transatlânticos, além das exigências requeridas pelo ETOPS original.
O que é possível de se perceber, é que a segurança da atividade continua sendo o quesito principal de análise de toda operação aeronáutica. Entretanto, com o passar dos anos, com a evolução e crescimento do capitalismo, o quesito econômico tem alcançado importância praticamente igual ao da segurança, e isso só foi possível graças à tecnologia hoje alcançada.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

MOTOR MAIS EFICIENTE

A europeia empresa de aeronaves ATR está bem avançada nas negociações com fabricantes de motores para equipar o novo avião que estuda produzir, que seria o maior já desenvolvido pela empresa, mantida em parceria pela EADS e pela Alenia. A canadense Pratt & Whitney e a americana General Electric (GE) já apresentaram suas propostas para a ATR.

Atualmente, a fabricante produz aviões de 50 e 70 lugares. O aparelho em desenvolvimento teria capacidade para transportar até 90 passageiros. A expectativa da ATR é que o avião entre no mercado em 2016.

A GE propôs um motor desenvolvido a partir da plataforma do CPX38 que, por sua vez, é baseado no motor turboélice GE38, que equipa o Sikorsky CH-53K. Segundo a americana, será possível usar a parte central do motor turboélice militar GE38 para desenvolver o propulsor para o novo avião da ATR.

Segundo o gerente geral do programa CF34 da GE, Chuck Nugent, sua empresa tem condições de desenvolver um motor duas vezes mais econômico no consumo de combustíveis que modelos com características similares hoje disponíveis no mercado. Segundo ele, o novo motor da empresa deve entrar em operação em 2015.

A canadense P&W não revela detalhes, mas também negocia o desenvolvimento de um motor mais eficiente para turboélices. “Pretendemos alavancar nossa experiência”, disse o vice presidente de planejamento estratégico e marketing da P&W Canadá, Richard Dussault.

Enquanto isso, o programa ATR 42/72-600 está em andamento, com a certificação esperada para novembro próximo e primeiras entregas para o segundo semestre de 2011.

Fonte: Revista Aeromagazine

terça-feira, 11 de maio de 2010

PRODUTOS FOTOLUMINESCENTES PARA A AVIAÇÃO

Exemplo de aplicação em um E-2C da Marinha americana. 
Pintura fotoluminescentes para aumentar a visibilidade do rotor principal e rotor de cauda. Como hélices de uma aeronave, os rotores principal e de cauda do helicóptero são grandes perigos no solo para quem se aproxima deles.
Girando tão rápido que se tornam praticamente invisíveis, as pás são especialmente perigosas em situações de baixa luminosidade, ou a visibilidade é limitada. Em quase todos os casos, o rotor de cauda está no máximo a cinco metros do solo e constitui um risco real para o pessoal em solo, especialmente em terrenos irregulares.
À noite, helicópteros em zonas de pouso improvisada (terreno aberto, campo de futebol ou alguma outra área não isolada) são uma atração imediata para pessoas de todas as idades. Os bombeiros, policiais e tripulação muitas vezes estão ocupados em suas obrigações e até mesmo eles podem se distrair em torno do helicóptero tentando manter a ordem. As pessoas precisam de estímulos sensoriais para permanecerem longe das pás dos rotores. (clique em "MAIS INFORMAÇÕES" para continuar lendo a matéria)


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

PROJETO SAGITÁRIO...

Nos próximos dias o Comando da Aeronáutica divulgará a contratação de um novo sistema de controle do tráfego aéreo. Desenvolvido por uma empresa brasileira (Atech), o projeto batizado SAGITARIO (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios deInteresse Operacional), que substituirá o X-4000, amplia a cobertura atual, especialmente sobre a Região Amazônica e adota equipamentos de última geração. Os detalhes estão sendo mantidos a sete chaves. A previsão é que a nova tecnologia tenha sua implantação iniciada a partir do final de 2009, estendendo-se até 2012, quando já deverá estar em uso em todos os principais centros de controle de tráfego aéreo do Brasil.
Desenvolvido com a participação dos próprios controladores, a nova interface levou cerca de dois anos para ser produzida, segue as recomendações da Eurocontrol (European Organisation for the Safety of Air Navigation). Entre as qualificações do SAGITARIO, estão: agilizar a execução das ações rotineiras para os controladores, aumentando assim a segurança do voo; realçar situações de conflitos ou riscos; flexibilizar a configuração de parâmetros de software; reduzir a carga de trabalho do controlador; entre outros.


“Com o novo software, o controlador poderá executar a mesma ordem de forma muito mais rápida e objetiva, isso possibilitará a otimização do tempo e auxiliará nas tomadas de decisões, já que questões operacionais e mecânicas serão resolvidas mais facilmente. O SAGITARIO dá maior rapidez e eficiência na implementação das melhorias requisitadas pelos próprios controladores”, comentou Juliana Barros Gonçalves, engenheira da Atech e responsável pelo desenvolvimento da interface.
Fonte: Atech


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Unicamp cria bioquerosene para aviação a partir de óleos vegetais



Biocombustível para aviões
Uma equipe da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp desenvolveu a tecnologia de um novo processo de produção de bioquerosene a partir de óleos vegetais.
O produto poderá substituir com diversas vantagens o querosene usado como combustível de aviões.
Além de ser mais barata, essa alternativa energética é menos poluente, pois não é emissora de enxofre, de compostos nitrogenados, de hidrocarbonetos ou de materiais particulados.
 (clique em "Mais informações" para continuar lendo a matéria)

Asas que balançam farão aviões gastar 20% menos de combustível



Em comparação com os pássaros, os aviões mais modernos são máquinas de voar extremamente rudimentares e ineficientes. Ainda que eles funcionem bem e sirvam às atuais necessidades da humanidade, os engenheiros aeronáuticos sempre têm se debatido sem sucesso em busca de projetos de fato diferentes de máquinas de voar. E o voo dos pássaros não é uma inspiração razoável - ele é complicado demais para se reproduzir mecanicamente.
Aviões com "asas que batem"
Com esse quadro em mente, é possível estimar-se o impacto de uma descoberta experimental - sim, foi uma experiência prática, e não uma teoria - feita por um grupo de engenheiros europeus.
Eles descobriram que aviões que consigam mexer as asas lateralmente poderão ser até 20% mais econômicos do que os aviões atuais.
"Isso causou um bocado de surpresa para todos nós na comunidade da aerodinâmica," conta o professor Duncan Lockerby, da Universidade de Warwick, no Reino Unido.
"E nós descobrimos isso, essencialmente, agitando um pedaço de asa de avião de um lado para o outro no interior de um túnel de vento," conta ele.
Aerodinâmica ativa
A história da aviação já mostrou que asas que se movimentem de fato não são uma boa opção. Ademais, o peso extra do aparato necessário para fazer isto não apenas anularia a economia de combustível obtida com o novo projeto aerodinâmico como provavelmente impediria os aviões de saírem de chão.
Mas a descoberta pode ser aplicada criando-se um mecanismo aerodinâmico ativo, uma espécie de asa que movimente o ar à sua volta, simulando seu deslocamento, em vez de ela mesma ter de se mexer.
Minúsculos jatos de ar poderão redirecionar o ar em volta das asas do avião de forma a criar um fluxo lateral, fazendo-o ir de um lado para o outro sobre a asa, simulando o movimento.
O resultado é uma diminuição no arrasto, na resistência que o ar impõe ao avanço do avião. Com menos arrasto, os motores gastarão menos combustível porque precisarão fazer menos força.
Princípio da ressonância de Helmholtz
"A verdade é que nós não sabemos ainda exatamente como essa tecnologia diminui o arrasto mas, com as atuais pressões sobre as mudanças climáticas, nós não vemos a hora de descobrir. Para isso, estamos começando a construir protótipos e começamos um projeto de três anos para estudar a física por trás desse fenômeno," conta o engenheiro.
Os jatos de ar funcionam com base no princípio da ressonância de Helmholtz, o mesmo fenômeno que se observa quando se sopra na boca de uma garrafa - se o ar é forçado em uma cavidade, sua pressão aumenta, o que força o ar para fora e o suga de novo para dentro, causando uma oscilação.
Melhor que pele de tubarão
Os engenheiros já sabem há muito tempo que minúsculas ranhuras sobre as asas podem reduzir o arrasto por fricção superficial. Esse mecanismo é observado na natureza, sobretudo na pele dos tubarões. Contudo, esse mecanismo reduz o arrasto em apenas 5%.
O Dr. Lockerby e seus colegas descobriram que as "asas que se movem" podem alcançar reduções no arrasto de até 40%. Cálculos iniciais dão conta de que essa diminuição poderia reduzir o consumo de combustível dos aviões comerciais em 20%.
Se as pesquisas posteriores tiverem sucesso, conseguindo criar mecanismos economicamente viáveis de criar o efeito sobre as superfícies metálicas ou de compósitos, a tecnologia poderá ser utilizada também em carros, barcos e trens.

Antenas holográficas vão melhorar aerodinâmica de aviões



Utilizando uma técnica de construção inspirada na forma como são fabricados os hologramas, engenheiros estão desenvolvendo um novo tipo de antena que irá deixar a fuselagem dos aviões mais limpa e aerodinâmica.
“Nós podemos potencialmente construir antenas que acompanham perfeitamente a superfície da aeronave, mas apresentando um desempenho igual ou melhor do que estas construídas com as técnicas atuais e que se sobressaem da fuselagem,” diz o engenheiro Daniel Sievenpiper, dos Laboratórios HRL, onde está sendo feita a pesquisa.
Antenas de superfícies holográficas
O Dr. Sievenpiper e seus colegas estão construindo as antenas de superfícies holográficas utilizando materiais metálicos depositados sobre uma superfície. As estruturas têm desempenho similar ao de um objeto coberto com uma superfície de impedância.
As novas antenas superficiais trarão ganhos não apenas para a aerodinâmica, mas também para a segurança e para as comunicações. Por exemplo, se a cauda de um avião interfere com os sinais vindos de determinada direção, essa cauda poderá ser recoberta com as novas superfícies de impedância, tornando-se ela própria uma antena adicional.
As antenas holográficas são construídas na forma de células individuais. Os pesquisadores agora estão fazendo diversas simulações computadorizadas para avaliar a melhor forma de sua implementação prática, permitindo que as células sejam adequadamente posicionadas sobre a superfície de objetos de desenho complexo.
Fonte: Site Inovação Tecnológica 
*** também li no site www.daniduarte.com