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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

QANTAS VOO QF32 - Entrevista com o Cap David Evans - LIÇÕES A SEREM APRENDIDAS

Pessoal, todos se lembram do acidente ocorrido em novembro passado com o A380 da Qantas (voo QF-32), quando aconteceu uma "explosão" não contida num dos motores  e, mesmo diante de inúmeras falhas de sistemas, a tripulação posou o avião com segurança.
Pois bem, posto aqui no blog UMA EXCELENTE ENTREVISTA do Comte Checador que fazia parte da tripulação. O texto está em inglês, com uma tradução "em verde" logo abaixo de cada parágrafo.
É sensacional a riqueza de detalhes explanada pelo aviador.
Mesmo sendo longa a leitura, é muito proveitosa. Aproveitem e um grande abraço.
(clique em mais informações para ler a entrevista)

terça-feira, 4 de maio de 2010

EMBRAER NOMEIA TAP MANUTENÇÃO E ENGENHARIA CENTRO DE SERVIÇOS AUTORIZADO NO BRASIL

    
Em cerimônia realizada nesta segunda nas instalações da TAP M&E Brasil (TAP Manutenção e Engenharia Brasil), em Porto Alegre, RS, a Embraer anunciou a qualificação desta empresa como centro de serviços autorizado no Brasil (Easc - Embraer Authorized Service Center). O evento contou com a presença de representantes das empresas aéreas Azul, Passaredo e Trip, e da FAB (Força Aérea Brasileira). Todos estes clientes serão beneficiados diretamente pelo acordo, válido para as aeronaves comerciais fabricadas pela Embraer.

“Temos muito orgulho em anunciar esta parceria com a TAP M&E Brasil para servir aos nossos clientes, ampliando os serviços de manutenção aeronáutica das aeronaves da Embraer no país”, disse Luiz Hamilton Lima, diretor da Embraer para a América Latina – Aviação Comercial. “Este é um importante passo para aprimorar o atendimento à nossa crescente base de clientes brasileiros, oferecendo atendimento rápido e eficiente, com serviços de alta qualidade.”

As aeronaves fabricadas pela Embraer em operação no Brasil, incluindo os E-Jets da Azul e da Trip e os jatos regionais ERJ 145 da Passaredo e da FAB, contarão com a base da TAP M&E Brasil em Porto Alegre para realizar serviços de manutenção. Com cinco hangares homologados ocupando 12.500 metros quadrados, a unidade é capaz de atender, ao mesmo tempo, seis jatos comerciais de médio porte.

“Consideramos a nomeação grande conquista para nossa empresa”, comenta Nestor Mauro Koch, presidente da TAP M&E Brasil. “Já prestamos serviços em aeronaves Embraer há 34 anos e essa nomeação vem coroar esse relacionamento. A TAP M&E Brasil é a única empresa de manutenção aeronáutica na América Latina certificada para realizar serviços em todas as principais famílias de jatos comerciais do mundo e isto nos permite oferecer grande flexibilidade aos nossos clientes. Vamos envidar todos os nossos esforços para que essa parceria seja vencedora.”

Fonte: Embraer (lido na Pousada Congonhas)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A aviação precisará de mais aeronaves ... e ... tais aeronaves precisarão de manutenção!!!


Brasil precisará de mais de 500 novas aeronaves nos próximos 20 anos
A Airbus estima que as companhias aéreas brasileiras vão precisar de 510 novas aeronaves de passageiros com mais de 100 lugares até 2028 para suprir a demanda do crescimento do tráfego aéreo e também para a reposição de aeronaves. Além disso, espera-se que o crescimento do tráfego aéreo na América Latina ultrapasse a média global nos próximos 20 anos, com a liderança regional do Brasil na demanda por aeronaves.


*** para continuar lendo a matéria, clique em "MAIS INFORMAÇÕES"***

domingo, 11 de abril de 2010

Avião da TAM "atola" na pista e voo é cancelado. (só no Brasil, mesmo!!!)

O avião que faria o vôo 3775, da TAM, de Rio Branco (AC) para Brasília (DF), neste domingo (11/04) “atolou”, isso mesmo, literalmente atolou na pista do Aeroporto Plácido de Castro, na capital do Acre.

Os passageiros tiveram que desembarcar após a tentativa fracassada da Infraero de retirar o avião com uso de um trator.

Leia notícias que já informavam sobre o problema com o asfalto da pista:

- É uma vergonha essa situação. Temos apelado em vão para que a Infraero resolva os problemas na pista do aeroporto de Rio Branco. Imagina se o Acre tivesse sido escolhido para ser uma das sub-sedes da Copa - disse o deputado federal Gladson Cameli (PP-AC).

- O comandante avisou que o avião teria “atolado” por causa da temperatura elevada da pista. Não tem cabimento porque a temperatura em Rio Branco baixou nos últimos dias por causa de uma frente fria no sudeste - comentou o empresário Décio Melo da Costa.

Fonte: Terra Magazine - Blog da Amazônia (Foto: Gladson Cameli)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Boa notícia.


Gol vai fazer manuntenção em frota de terceiros




A companhia aérea Gol pretende aumentar sua receita prestando serviços de manutenção de aviões para empresas estrangeiras em seu Centro de Manutenção de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A companhia inaugurou nesta quinta-feira (18) a expansão da unidade, que passou a ter capacidade instalada para fazer a manutenção de até 120 aeronaves por ano.

Com uma frota atual de 109 jatos, a Gol deverá ter capacidade ociosa no centro pelos próximos cinco anos. Por isso, a meta é prestar serviços para terceiros.

Segundo o presidente da companhia, Constantino Oliveira Jr., o início dos serviços para empresas estrangeiras depende de uma certificação do FAA, órgão americano que cumpre as mesmas funções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A previsão é de que ainda leve um ano para que a Gol obtenha essa certificação.

A empresa investiu R$ 65 milhões para ampliar a capacidade instalada do Centro de Manutenção construído em 2005. Foram dois anos de obra. O centro é hoje o maior do País e um dos maiores da América Latina.

Fonte: Jornal do comércio

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mulheres se destacam na equipe de manutenção da TAM.

ELAS NÃO TÊM MEDO DE COLOCAR A MÃO NA GRAXA.


Lênia Froes, 34 anos, é uma mulher vaidosa, cuida dos cabelos em salão especializado aos sábados e tem como diversão praticar dança do ventre.








Ana Fernandes do Nascimento, 25, também vaidosa, pinta os olhos para ir trabalhar. No fim de semana é goleira de um time de hóquei.

Sílvia Aparecida Lopes, 36, como a maioria das mulheres casadas e que passam o dia no trabalho, usa salto baixo para não machucar os pés quando corre para buscar o filho na escola antes de ir para casa cuidar da da família.

As três passam o dia juntas com uma responsabilidade de dar medo a muito marmanjo. Lênia é eletricista e Ana e Sílvia mexem com motores. Poderiam ser mecânicas comuns, se não fossem especializadas em jatos.

As três fazem parte do quadro de funcionários da oficina da TAM Aviação Executiva no aeroporto de Jundiaí. Cuidam do patrimônio (e da segurança lá em cima) de gente responsável por boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Quando um piloto questiona se foi uma mulher que mexeu no avião dele, finjo que não ouço”, diz Lênia.

Das três (aliás, outras duas mulheres fazem parte do time de mecânicos da TAM em Jundiaí), somente Ana não tem a aviação enrraizada na família. Lênia é filha de um ex-mecânico da Força Aérea norte-americana e Sílvia, irmã de um oficial da FAB (Força Aérea Brasileira).

Ana, a pioneira da família, se interessou pela profissão ao terminar o ensino médio e iria se matricular em um cursinho pré-vestibular para tentar entrar em alguma faculdade de engenharia aeronáutica.

“Mudei de ideia quando vi um anúncio de jornal sobre curso técnico em mecânica de aviões”, afirma.

As três são capazes de montar e desmontar um avião inteiro. Lênia e Ana atualmente estudam para aprender a pilotar.
“Isso será importante para entendermos qual a reclamação do piloto lá em cima”, afirma Lênia.

Secretária pediu para ir à oficina
Sílvia Aparecida Lopes trocou o cargo de secretária executiva da diretoria de uma empresa especializada na manutenção de helicópteros pela oficina da companhia. Hoje, ao invés de saia ou terninho, calça os mesmos sapatos de segurança dos demais mecânicos homens e faz questão de afirmar que nunca deixará sua vaidade feminina de lado por isto.

“Numa transferência na empresa, fiquei mais próxima da oficina, peguei gosto e fui estudar”, explica.

Sílvia está há pouco mais de três meses na TAM. Começa a se familiarizar com jatos executivos, mas para quem até recentemente trabalhava com a complexidade de um helicóptero, já ganhou respeito do restante da equipe.


Mulheres são mais detalhistas
O gerente de manutenção da TAM em Jundiaí, Gílson Burman, acha que a presença de mulheres na oficina fortalece o trabalho da equipe.

“Elas são mais detalhistas, cuidadosas”, afirma. “Mas ainda são poucas, menos de 5% do quadro de mecânicos. Poderia ser mais”, diz.

E são detalhistas mesmo. Lênia decorou sua caixa de ferramentas com pequenos adesivos da personagem Hello Kitty – não dá para confundir seu material com o dos grandalhões da oficina.

Lênia cuida de toda a parte elétrica dos jatos. É responsável, por exemplo, pelo sistema que avisa o piloto sobre a presença de montanhas à frente. E garante nunca ter desistido ao encontrar um parafuso apertado. “É questão de jeito, não força.”

Ana, no dia da entrevista (depois após a derrota do Corinthians para o Santos), evitava falar de um de seus assuntos preferidos com os mecânicos da empresa. “Meu time perdeu.” E lá foi ela voltar para uma de suas turbinas.

Fonte: lido no Blog 12 horas (Agência Bom dia, por Fábio Pescarini)


*** Aqui posto uma foto da aluna Karyna, da turma de Aviônicos do Senai São José/SC. Uma das representantes femininas no curso de mecânico de aeronaves.











quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

GOL desenvolve programa para gestão de resíduos de manutenção de aeronaves


Gol Linhas AéreasSão Paulo, 11 de Fevereiro de 2010 - GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), a maior companhia de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, desenvolveu um programa próprio para a gestão de resíduos provenientes da manutenção de aeronaves em suas bases operacionais. Atualmente, oito bases da empresa já estão utilizando o programa para destinar 100% de seus resíduos, e outras 18 estão em estágio adiantado de implementação. A companhia mantém estudos para reproduzir a mesma experiência em todos os aeroportos nos quais opera.  

"Depois de termos estruturado um programa próprio de tratamento de efluentes e resíduos sólidos em nosso Centro de Manutenção em Confins (MG), que é referência na indústria, queremos reproduzir experiência semelhante nos processos realizados nos aeroportos", conta Alberto Correnti, Diretor de Manutenção da GOL. Em seu Centro de Manutenção, a GOL segue a rígidos padrões ambientais: todo o óleo e efluentes químicos produzidos durante o processo de manutenção são tratados antes do descarte de forma a não prejudicar o meio ambiente.  

Para limpeza interna das aeronaves, a companhia utiliza toalhas industriais que são lavadas por empresas especializadas para evitar qualquer tipo de desperdício. Também, desde 2003, a GOL adotou o método de lavagem a seco para a superfície das aeronaves, usando apenas 10% da água habitualmente utilizada nas lavagens comuns. 

Além de ser ambientalmente correta, alinhada às políticas de responsabilidade ambiental da companhia, a gestão de resíduos estendida às bases, permite maior controle à GOL em relação ao consumo e utilização de materiais. Em consonância com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), a metodologia dá destinação diferenciada e adequada para cada tipo de resíduo gerado nos processos de limpeza e manutenção. No ano de 2009, mais de 14 toneladas de resíduos passaram por tratamento até sua destinação final, o que representa cerca de 30% do total (os outros 70% são tratados por terceiros). Em um futuro próximo, pretendemos tratar 100% dos resíduos gerados nesses processos. 

O tratamento de resíduos provenientes da manutenção de aeronaves, sempre foi uma preocupação da companhia, que até então o fazia nas bases operacionais por intermédio da administração aeroportuária. "O desenvolvimento de um processo próprio, que está totalmente alinhado às legislações ambientais e melhores práticas da indústria, é um passo importante para a GOL", diz Correnti. A medida antecipa a tendências na gestão ambiental na indústria da aviação: "Ao centralizar o processo com a própria companhia, fazemos esse tema ser mais um ponto de nossa gestão ambiental e política de sustentabilidade", complementa o Diretor de Manutenção da GOL.

Fonte: GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Assessoria de Imprensa (press-release)

sábado, 7 de novembro de 2009

Florianópolis é o mais novo destino servido pela Azul.



A partir de 15 de dezembro, a Azul começa a voar sem escalas de Campinas para Florianópolis, e oferece conexão da capital catarinense para os outros 12 destinos servidos pela companhia aérea. A princípio, em função da alta temporada, serão seis voos por dia ligando as duas cidades, a partir de 28 de fevereiro, o número será reduzido para quatro voos diários. No Estado de Santa Catarina, a Azul já voa para Navegantes, a partir de Campinas, sem escalas, e oferece conexões para os outros destinos.

As passagens aéreas para o novo voo já podem ser compradas e as tarifas de Campinas para Florianópolis, por exemplo, variam a partir de R$ 149 (por trecho para viagens de ida e volta). De Florianópolis para o Rio de Janeiro, o bilhete varia a partir de R$ 199 (por trecho para viagens de ida e volta) e da capital catarinense para Salvador, por exemplo, as passagens aéreas começam em R$ 249 (por trecho para viagens de ida e volta).

Com a entrada da nova rota, a companhia aérea passa a servir 16 destinos em todo o Brasil. Na nova rota para Florianópolis, o primeiro voo parte de Campinas às 9h32 e chega a Florianópolis às 10h40, depois um outro voo parte da capital de Santa Catarina às 13h48 e chega ao Aeroporto Viracopos às 15h. De Santa Catarina, os voos partem às 11h10, com chegada a Campinas às 12h20, e às 15h37, com aterrissagem em Viracopos às 16h44.

No período que vai de 15 de dezembro a 28 de fevereiro haverá outros dois voos. Um deles parte de Campinas às 21h24, com chegada a Florianópolis às 22h30, e o outro sai de Florianópolis às 23h03 e pousa em Campinas às 0h10.


Informações e reservas

Tarifas sujeitas às regras tarifárias, restrições e disponibilidade de assentos. As passagens aéreas podem ser compradas nas agências de viagem, no site (www.voeazul.com.br) e no call center: 3003 2985 (3003 AZUL).


Sobre a Azul

A Azul começou a voar no dia 15 de dezembro do ano passado, inicialmente ligando Campinas a Porto Alegre e Campinas a Salvador, em frequências diárias, nonstop. Hoje a nova companhia aérea conecta 16 destinos: Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Maringá, Navegantes, Florianópolis, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Vitória, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Natal e Manaus. Com as linhas de ônibus, são 21 as cidades conectadas pela Azul.

Além da malha área cada vez mais completa, os clientes da Azul contam com um plano de vantagens: o Tudo Azul. Nas compras de passagens aéreas, os clientes cadastrados acumulam 5% do valor em pontos e a cada 50 pontos podem obter um voucher de R$ 50 para ser usado na compra de novo bilhete, tanto para o pagamento parcial quanto integral da passagem.

Em mais de dez meses de operações, a nova companhia aérea transportou mais de 1,5 milhão de clientes e espera fechar o ano de 2009 com 2 milhões. Paralelamente, a entrada da nova companhia já provocou um impacto imediato no mercado, com a geração de mais de 1.200 empregos diretos, devendo chegar a 5.000 em 2013.

Fundada por David Neeleman, executivo que traz na bagagem a criação de outras três companhias aéreas, incluindo a americana Jetblue, a Azul chegou ao mercado com uma proposta diferenciada, operar com aeronaves 100% brasileiras, ligar cidades brasileiras com voos diretos e oferecer diversas freqüências por dia. Para começar a operar, a empresa encomendou 40 aeronaves Embraer e foi feita a opção de compra para outras 36. Hoje já conta com 12 aeronaves e vai fechar 2009 com 14.

Fonte: Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Assessoria de Imprensa (press-release)


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

TAM recebe certificação da Anac para manutenção de aviões Boeing 767


O Centro Tecnológico da TAM, unidade de negócios de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul), acaba de ser certificado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para realizar a manutenção de aeronaves Boeing 767. Essa é a primeira homologação da TAM para a estrutura completa (exceto motores) de aeronaves Boeing.
"Já estávamos autorizados a trabalhar com componentes tanto do B777 quanto do B767, além de fornos e radomes dos B737. Com a nova homologação, poderemos estender esses serviços e realizar os checks C e D nos B767", afirma Ruy Amparo, vice-presidente de MRO da TAM. "É uma importante conquista para a TAM, pois poderemos ampliar ainda mais o leque de serviços do Centro Tecnológico no que diz respeito a aeronaves Boeing", acrescenta.
A TAM já está certificada pelas autoridades aeronáuticas dos Estados Unidos (Federal Aviation Administration - FAA), da Europa (European Aviation Safety Agency - Easa), do Brasil (Anac) e de diversos países da América do Sul, para realizar todas as grandes manutenções programadas (checks C e D), exceto motores, em aeronaves Airbus A318/319/A320/A321 e A330, tanto de sua frota como de terceiros, além de aviões Fokker-100.
Desde janeiro de 2007, a TAM possui a certificação Iosa (Iata Operational Safety Audit), o mais completo e aceito atestado internacional em segurança operacional. A auditoria Iosa engloba mais de 950 requisitos em oito áreas operacionais de uma empresa aérea, incluindo engenharia e manutenção de aeronaves, entre outras.
Instalado na cidade de São Carlos, no interior do Estado de São Paulo, o Centro Tecnológico da TAM ocupa uma área própria de 4,6 milhões de metros quadrados. Além dos hangares para manutenção, o complexo abriga oficinas para a revisão de mais de três mil componentes aeronáuticos.
fonte: Revista Aviação - por Pablo Ribeira (link matéria)